Um dos grandes nomes do PSG, o brasileiro Neymar, camisa 10 do time de Pochettino, conhecido por propagar sua fé e realizar alguns comentários sobre política brasileira, receberá cerca de R$ 40 milhões do clube da Ligue 1 para não se manifestar publicamente sobre os dois assuntos. O acordo é chamado de "bônus ética", conhecido e comum dentro da França. 

Com o PSG, Neymar tem uma cláusula em seu contrato que proíbe a "propaganda política ou religiosa que possa prejudicar a imagem e a unidade do clube". O acordo entre as partes também inclui outras obrigações do camisa 10, como, por exemplo, "cortesia, gentileza e disponibilidade para com a torcida, incluindo principalmente o dever de cumprimentar e agradecer a torcida antes e depois de cada partida”, além de comportamento exemplar com patrocinadores e rivais. 

 

O PSG, assim, pagará uma quantia, além do salário do jogador, cerca de 542 mil euros brutos por mês, o que dá, em média, por ano, cerca de R$ 42 milhões. 

Neymar também tem outra cláusula no clube francês, que exige o jogador não poder fazer critícas a própria instituição francesa, além de apresentar "comportamento exemplar, especialmente dentro de campo". 

Os novos termos do contrato foi revelado pelo jornalista Esteban Urreiztieta, junto ao jornal "El Mundo".