Cristiano Ronaldo não entrou em campo na partida do Al-Nassr contra o Al-Riyadh, na segunda-feira (2), por insatisfação com o Fundo de Investimento Público (PIF), que controla o Al-Hilal, Al-Nassr, Al-Ittihad e Al-Ahli.
Assim, CR7 enxerga um menor investimento para o seu time e um favorecimento para o rival Al-Hilal. Com isso, segundo um levantamento do jornal português ‘A Bola’, os valores são de 237 milhões de euros ou mais de R$ 1,4 bilhão de diferença.
Portanto, desde a chegada de Cristiano Ronaldo na Arábia Saudita, em janeiro de 2023, o Al-Hilal lidera o investimento, com 647 milhões de euros (mais de R$ 4 bilhões). Enquanto o Al-Nassr investiu 410 milhões de euros ou um pouco mais de R$ 2,5 bilhões.
Fundo de Investimento Público define os valores para cada clube
Para entender melhor, quando não há um retorno financeiro, o PIF pode mudar os seus investimentos, e forçar os clubes a buscarem empresários e grupos privados.
Nesta situação, Cristiano Ronaldo se ‘rebelou’, da mesma maneira, o técnico do Al-Nassr, Jorge Jesus também demonstrou insatisfação com a disparidade de valores.
O comandante do time de CR7, em janeiro do ano passado, afirmou que “o Al-Nassr não tem o poder político do Al-Hilal”, motivo de revolta do seu ex-clube que tentou sua suspensão, o que não aconteceu.
Cristiano Ronaldo pode deixar o Al-Nassr e avalia MLS
Por conta da insatisfação com decisões do PIF, o atacante já considera novos ares para a sua carreira e pode deixar o Al-Nassr em junho, segundo o jornal português ‘Record’.
Entre os possíveis destinos estão a Major League Soccer (MLS), dos Estados Unidos, e ainda um retorno ao futebol europeu. O contrato de CR7, que está perto de completar 41 anos, prevê uma cláusula de rescisão no valor de 50 milhões de euros (R$ 310 milhões).
