Luis de la Fuente comentou a ausência de Dani Carvajal e Álvaro Morata na convocação da Espanha para a Copa do Mundo. Conforme o Mundo Deportivo, o treinador deixou aberta a possibilidade de retorno da dupla à seleção e elogiou a trajetória dos capitães. Os jogadores ficaram fora da lista final após perderem espaço em seus clubes.

Durante a coletiva de divulgação dos convocados, o técnico apontou que o ciclo de Carvajal e Morata ainda não chegou ao fim. Para ele, os dois deixaram um “legado inesquecível” de liderança dentro do elenco espanhol. Além disso, ressaltou a experiência dos veteranos na trajetória recente da seleção.

O comandante ainda aproveitou para destacar os novos líderes do plantel: Rodri, Unai Simón, Ferran Torres e Mikel Oyarzabal. Segundo o treinador, os próximos capitães “estão igualmente preparados” para dar sequência ao legado deixado pelos veteranos.

De la Fuente acertou ao deixar Carvajal e Morata fora da Seleção Espanhola?

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Temporadas de Carvajal e Morata pesaram na decisão

Vale destacar que a ausência de Carvajal e Morata acontece após uma temporada de pouco protagonismo. De acordo com o Mundo Deportivo, os atletas perderam espaço em seus clubes e chegaram ao fim da temporada com poucos minutos em campo antes da convocação da Seleção Espanhola.

No caso de Carvajal, o lateral-direito teve pouco espaço no Real Madrid sob o comando de Álvaro Arbeloa. Já Morata viveu cenário semelhante no Como com Cesc Fàbregas. Inclusive, o empréstimo do atacante encerra no dia 30 de junho.

Carvajal é lançado ao ar para comemorar sua última aparição pelo Real Madrid após partida da LaLiga. Foto: Angel Martinez/Getty Images

Mas, apesar do momento desfavorável, De la Fuente evitou encerrar qualquer possibilidade de retorno futuro da dupla à seleção. O treinador declarou que “melhores momentos chegarão para todos”.

Espanha acelera renovação de liderança para Copa do Mundo

Desta forma, a ausência de Carvajal e Morata abre espaço para uma nova formação de liderança dentro da Seleção Espanhola, que entra na Copa do Mundo vivendo uma renovação natural do elenco.

Sendo assim, a mudança consolida uma nova hierarquia para a Copa do Mundo, já que jogadores como Rodri e Oyarzabal vivem o auge técnico da carreira. Aliás, eles assumem protagonismo em uma geração que tenta manter o país entre as principais seleções.