A Udinese demonstrou interesse no goleiro Agustín Rossi, do Flamengo, e iniciou contatos informais nas últimas semanas, favorecida pelo passaporte italiano do jogador.
O clube italiano busca um substituto para Padelli, que deixará a equipe ao fim da temporada, e via no argentino o perfil ideal.
De acordo com o jornalista Marco Mampreso, a Udinese pediu informações sobre as condições de uma possível transferência.
Passaporte italiano facilita, mas exigências do Flamengo travam negociação
No entanto, a resposta do Flamengo foi clara desde o início: Rossi só seria liberado por valor superior a € 10 milhões (cerca de R$ 62 milhões na cotação atual), cifra utilizada como barreira para desencorajar pretendentes.
A elevada avaliação não é apenas econômica. O Flamengo não tem intenção real de se desfazer do goleiro titular e planeja estender seu contrato — atualmente válido até 2027 — até 2031, com leve ajuste salarial.
As altas demandas tanto no valor do passe quanto no salário (acima de € 2 milhões anuais) levaram a diretoria da Udinese a interromper os contatos e passar a avaliar alternativas no mercado.
Udinese interrompe contatos e busca novas opções para o gol
A apuração de Marco Mampreso indica que, apesar do interesse inicial, o negócio esfriou significativamente.
Enquanto a janela de transferências europeia não abre, o futuro de Rossi segue como tema nos bastidores, mas com o Flamengo firme na intenção de mantê-lo como peça-chave do elenco.
