O Corinthians não vive um bom momento financeiramente e, segundo o próprio Marcelo Paz, precisará vender jogadores neste ano para equilibrar as finanças. Neste cenário, alguns nomes que estão valorizados começam a ser cotados para deixar a equipe de Itaquera.

Breno Bidon, por exemplo, é considerado um dos nomes com maior mercado na Europa, tendo grandes chances de se tornar a maior venda da história do clube. Não obstante, além dele, outro nome do Corinthians que está valorizado no Velho Continente é Matheuzinho.

Segundo o Meu Timão, o clube do Parque São Jorge recebeu uma proposta oficial de um time europeu pelo lateral-direito. A oferta, no entanto, foi prontamente recusada pela diretoria, que almeja manter a base do elenco nos próximos meses.

Corinthians impõe condição para negociar

Ainda de acordo com a fonte, Matheuzinho, além da proposta formal, também recebeu sondagens da Europa, as quais também não animaram o Corinthians. Contudo, a diretoria está aberta à possibilidade de negociar o jogador no futuro.

O Timão decidiu que está disposto a negociar uma eventual venda do defensor, mas com a condição de que isso aconteça após a disputa da Copa do Mundo. Ou seja, a ideia é de que Matheuzinho permaneça no Corinthians até julho.

Matheuzinho pelo Corinthians. (Foto: Alexandre Schneider/Getty Images)

Vale ressaltar que, para comprá-lo junto ao Flamengo, o Timão desembolsou cerca de 4 milhões de euros (R$ 21,4 milhões na cotação da época). Ele foi um dos reforços herdados da gestão de Augusto Melo e hoje é titular absoluto.

Números de Matheuzinho

Campeão da Copa do Brasil, Paulistão e Supercopa Rei, o lateral-direito já soma 118 jogos com o manto do Timão, sendo 91 deles como titular. Neste período, ele anotou cinco gols e distribuiu oito assistências, totalizando 13 participações em gols.

O defensor possui contrato com a equipe da Neo Química Arena até dezembro de 2028 e, aos 25 anos, segundo o site Transfermarkt, está avaliado em 6 milhões de euros (R$ 37,13 milhões). No entanto, a tendência é de que os paulistas elevem a pedida nas negociações.