A Supercopa da Espanha abriu em ritmo acelerado nesta quinta-feira, 8 de janeiro, em Jeddah. Atlético de Madrid e Real Madrid disputam a primeira semifinal do torneio. Antes dos dois minutos, o placar já mostrava vantagem merengue.
Federico Valverde cobrou falta de longe com força rara. A bola cruzou o corredor entre os defensores, subiu levemente e caiu como um tiro, direto no canto. Jan Oblak ainda tocou na esfera, mas não evitou o 1 × 0.
Nas redes, torcedores do Real vibraram sem parar. Muitos chamaram o chute de “canhão” e compararam ao mítico petardo de Roberto Carlos. O lance virou clipe obrigatório em cada timeline ligada ao futebol.
Do lado colchonero, a conversa foi bem mais amarga. Vários fãs culparam o goleiro pela formação da barreira, que tinha só três homens. Outros reclamaram que Sorloth abriu espaço ao pular, facilitando o disparo mortal.
Discussões quentes sobre culpa e mérito de Oblak
Analistas independentes apontaram um meio-termo. Para eles, Valverde acertou um tiro espetacular, mas Oblak poderia ter colocado quatro ou cinco atletas na barreira. A combinação entre potência e falha tática resultou no gol relâmpago.
Relatórios da imprensa espanhola reforçaram essa ideia.
O melhor, claramente, do jogo.
Que ele pare de insistir em ser volante. Ele é lateral. E ponto.
Um excelente lateral-direito.
Manchetes falaram em “golaço imparável” e, ao mesmo tempo, em “erro primário” na proteção. Em fóruns como Reddit, a votação ficou dividida: 60 % viram falha, 40 % viram genialidade pura.
Atlético x Real Madrid segue aberta após susto inicial
Mesmo atrás, o Atlético tenta reagir com pressão alta e cruzamentos nas laterais. Oblak se recuperou e fez duas defesas fortes em chutes de Rodrygo e Bellingham, mantendo o time vivo.
Do banco, Simeone pede calma e concentração para reverter o cenário no segundo tempo. Alonso, por sua vez, orienta seus jogadores a explorar os espaços nas costas dos laterais rivais.
