Dois dos grandes pilares do meio de campo do PSG, atual bicampeão da Champions League, Vitinha e João Neves não vão deixar o clube na próxima temporada. Quem garante é o empresário de ambos, o português Jorge Mendes.

“Vitinha e João nunca foram uma opção para ninguém. Eles são inegociáveis para o Paris Saint-Germain e estão muito, muito felizes no PSG — eles continuarão conquistando troféus”, destacou o agente, em entrevista a Fabrizio Romano.

Recentemente, os dois foram ligados a uma possível transferência ao Real Madrid após a Copa. A especulação ganhou força após declarações de Florentino Pérez sobre a busca por uma contratação de impacto para o elenco.

João Neves e Vitinha viram peças inegociáveis no PSG

Os dois portugueses formam uma trinca de meio-campistas ao lado do espanhol Fabián Ruiz e são considerados essenciais para a atual engrenagem do PSG. São eles que dão ritmo e criatividade ao time francês.

Vitinha e João Neves pelo Paris Saint-Germain (Foto: Catherine Steenkeste/Getty Images for Qatar Airways)

Por isso, o time parisiense não tem nenhuma intenção de negociá-los, independentemente do valor oferecido. Vitinha chegou ao clube em 2022, vindo do Porto, enquanto João Neves foi contratado no ano seguinte, junto ao Benfica.

Vitinha já havia dito que não tinha intenção de sair

Em entrevista ao Canal 11, de Portugal, em março deste ano, o meia foi bastante claro e encerrou os rumores de que gostaria de sair do time francês. Nem mesmo os altíssimos salários do futebol árabe chamam a atenção do português.

“Seria uma tolice sair! Não creio que fosse o melhor para mim. Sinto-me muito bem aqui no PSG”, destacou o meio-campista de 26 anos, em entrevista ao programa Soltinhos pelo Mundo, do Canal 11.

Uma eventual transferência para o futebol saudita também foi descartada por Vitinha, que nesta temporada conseguiu sete gols e dez assistências, em 50 partidas disputadas com a camisa do Paris Saint-Germain.

“Não sejamos ingênuos. Estou mais comprometido com uma carreira estável. Já ganho muito bem aqui na Europa, num grande clube. Duplicar ou triplicar esse salário não me faria mais feliz”, explicou.