Duelo parisiense eletriza primeira semana de 2026

O Paris Saint-Germain (PSG) começou o ano com triunfo apertado sobre o vizinho Paris FC, animando as arquibancadas do Parc des Princes. Mesmo com amplo controle da bola desde o apito inicial, a equipe de Luis Enrique precisou trabalhar a paciência para furar a defesa adversária.

A recompensa veio no último lance da etapa inicial, quando Fabián Ruiz achou Désiré Doué livre na área; o jovem meia chutou forte, sem chances para o goleiro. A vantagem mínima refletia bem o roteiro: posse alta, poucas finalizações claras, mas sensação de equilíbrio frágil.

Virada relâmpago assegura vantagem do PSG

O segundo tempo começou agitado. Logo aos seis minutos, Willem Geubbels escapou em contra-ataque e sofreu pênalti, convertendo para empatar. O susto durou só dois minutos. Ousmane Dembélé recebeu passe curto de Norberto Mukiele, limpou para a direita e bateu cruzado, recolocando os mandantes na frente.

A resposta imediata esfriou o ímpeto visitante e devolveu confiança ao PSG, que passou a trocar passes com calma, buscando espaços sem se expor. Luis Enrique reforçou o setor defensivo perto do fim, trocando Nuno Mendes por Lucas Hernández, enquanto Senny Mayulu entrou para acelerar contra-ataques.

Liderança preservada após teste de nervos

Nos vinte minutos finais, o Paris FC avançou poucas vezes. Mathieu Cafaro chegou a balançar a rede, mas estava impedido. Chevalier precisou fazer apenas duas defesas em toda a partida, demonstrando a superioridade territorial do PSG.

As estatísticas confirmaram: 72 % de posse, vinte chutes contra cinco e sete escanteios a um. Ainda assim, a diferença permaneceu estreita, lembrando aos torcedores que o dérbi carrega tensão própria. Com o 2-1, o PSG mantém a perseguição ao líder da Ligue 1 e reforça moral antes da próxima rodada.

Para o Paris FC, a luta segue pela metade superior da tabela, confiantes no espírito combativo mostrado nesse clássico equilibrado. Os torcedores saíram felizes, mas ainda querem placares maiores.