Hansi Flick escolheu o onze mais forte do Barcelona para o duelo decisivo de domingo. A partida será no King Abdullah, em Jidá, e vale o troféu da Supercopa da Espanha. A única mudança em relação ao 5-0 sobre o Athletic é a entrada de Lamine.
Flick busca um time que una forma recente e encaixe tático sem falhas. Nem sempre são os melhores nomes, mas sim os que rendem agora. Esse equilíbrio dá segurança para enfrentar rivais que pressionam desde o primeiro minuto.
No gol, Joan Garcia é intocável graças a defesas decisivas nas últimas semanas. Koundé assume a direita, Balde firma a esquerda e oferecem velocidade constante. O retorno de Eric ao centro, ao lado do jovem Cubarsí, completa a retaguarda mais técnica e segura.
Força no meio de campo azul-graná de Flick
A opção por Eric como zagueiro deixa Gerard Martín no banco, apesar do bom momento. Frenkie de Jong ganhou puxão de orelha de Flick, reagiu e recuperou o lugar. Quando responde bem, o holandês se torna peça chave quase tão vital quanto Pedri.
Na linha adiantada do meio, a disputa entre Fermín e Dani Olmo segue viva.
Fermín chega embalado por quatro assistências em dois jogos e larga na frente.
Olmo, porém, mantém qualidade e oferece alternativa criativa para mudar a partida quando o ritmo cai.
Jovens atacantes prontos para decidir
No ataque, Raphinha ocupa totalmente o flanco esquerdo com dribles curtos e chutes cruzados. Pela direita, Lamine Yamal assume o protagonismo aos dezessete anos com coragem. Ferran Torres fecha o trio como nove móvel, pressionando zagueiros e buscando diagonais rápidas.
Mesmo com concorrência forte, Flick valoriza continuidade para criar rotinas e confiança coletiva. O treinador quer posse segura, linhas curtas, pressão adiantada constante e reação imediata a qualquer perda de bola no campo rival.
