A Seleção Brasileira conquistou sua última Copa do Mundo em 2002, comandada por Felipão, conquistando o penta contra a Alemanha, com atuações emblemáticas de Ronaldo Fenômeno, Rivaldo e Marcos.

Realizado no Japão e Coreia do Sul, o Mundial foi marcado por uma campanha 100% do Brasil. Vitórias sobre Turquia (duas vezes: 2 a 1 e 1 a 0), China (4 a 0), Costa Rica (5 a 2), Bélgica (2 a 0) e Alemanha (2 a 0).

Portanto, com a eliminação na Copa de 2022 contra a Croácia, o Brasil igualou o seu maior jejum sem conquistar a competição. Após vencer em 1970, a Seleção só foi festejar o título novamente em 1994.  

Qual o principal motivo para acreditar no Hexa do Brasil?

Qual o principal motivo para acreditar no Hexa do Brasil?

Carlo Ancelotti
Neymar
Camisa 'pesada'

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A única pentacampeã mundial    

Dessa maneira, se não levantar o caneco nos Estados Unidos, o Brasil estabelecerá o seu maior jejum sem conquistar a Copa do Mundo – só poderá conseguir em 2030, completando 28 anos.

A Seleção Brasileira é a única pentacampeã, com os títulos de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002. Ainda, desde o último título, o Brasil não voltou a disputar uma final de Copa.

‘Ronaldos’ na Copa do Mundo de 2002 – Clive Brunskill/Getty Images

Motivos para acreditar no Hexa

A Seleção Brasileira vem de um período de oscilações, mudanças de técnicos e a pior campanha da história nas eliminatórias. Agora busca recuperar o prestígio sob o comando de Carlo Ancelotti.

E, o italiano multicampeão na Europa, é um dos fatores que alimentam a esperança do torcedor no Hexa e o fim do jejum indigesto de 24 anos sem uma Copa do Mundo.

Outro motivo é o peso da Amarelinha, e são ‘apenas’ seis jogos até a final da Copa, mais a partida decisiva. A Seleção Brasileira não pode nunca ser ‘descartada’.

Por fim, o cenário do atual ciclo é parecido com o de 2002. Emerson Leão assumiu após a saída de Vanderlei Luxemburgo, mas foi demitido durante a Copa das Confederações. Poucos meses antes da Copa, Felipão assumiu e conquistou o Mundial.

Assim, para o ciclo de 2026, antes de Ancelotti assumir, em maio de 2025, Dorival Júnior e Fernando Diniz tiveram passagens frustrantes pela Seleção Brasileira.