A seleção de Marrocos aposta em um bloco defensivo compacto que mantém as linhas próximas, o que permite reduzir os espaços das equipes adversárias. Muitas das vezes o time de Mohamed Ouahbi atua em um 4-1-4-1 ou 4-3-3 sem a bola.

Apesar do estilo recuado, Marrocos tem uma pressão coordenada. Quando entende que há uma oportunidade, pressiona a saída de bola adversária de forma agressiva, forçando o chutão ou o erro.

A maior virtude dos marroquinos são os contra-ataques rápidos. Ao recuperar a bola, a equipe acelera rapidamente pelos lados, aproveitando, acima de tudo, a velocidade dos laterais, em especial, do capitão Hakimi.

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O Brasil precisa tomar cuidado com Hakimi

Embora seja um lateral-direito e atue distante do gol, Hakimi é a maior força ofensiva de Marrocos. Quando a seleção tem a posse, muitas das vezes ele atua como um meia ou ponta, criando superioridade numérica no ataque.

Hakimi, grande craque marroquino. Foto: Franco Arland/Getty Images

Essa característica foi aprimorada após a chegada de Luis Enrique ao comando técnico do PSG. Na final da Champions League contra a Inter de Milão, que sonha com Endrick, Hakimi marcou um dos gols da vitória do time de Paris dentro da área, aproveitando sua qualidade ofensiva.

Quais são os melhores jogadores de Marrocos?

Brahim Díaz, do Real Madrid, e Amrabat, do Real Betis, se juntam a Hakimi como os líderes e os melhores jogadores da seleção de Marrocos. Remanescentes da Copa do Mundo de 2022, o trio será titular contra o Brasil na estreia do Mundial, neste sábado (13).

Naturalizado marroquino, Brahim Díaz é, ao lado de Hakimi, a maior esperança dos torcedores nesta Copa do Mundo. Embora o meia-atacante não seja titular do Real Madrid, costuma se destacar quando ganha oportunidades na capital espanhola.