O atacante Endrick descartou que haja qualquer tipo de má relação com Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira. Em entrevista ao GE, o jogador do Lyon, explicou que tem uma relação muito boa com o italiano e seu estafe.
Um exemplo utilizado pelo jogador é que a comissão técnica do treinador só o chama por “Bobby”, apelido que ganhou dos jogadores ao chegar no Real Madrid por uma entrevista em que elogiava a lenda do futebol inglês Bobby Charlton.
“A gente é muito próximo. Não só com o Ancelotti, mas com o Davide, com o Francesco… A gente tem uma amizade muito boa. Tanto é que eles nem me chamam de Endrick. Me chamam de Bobby. Porque gostam muito de mim”, disse.
Endrick garante boa convivência com Ancelotti
O atacante revelado pelo Palmeiras ainda explicou que mesmo no Real Madrid, quando não teve tanto espaço com o treinador italiano – foram 37 partidas, a maioria entrando durante o jogo – a relação sempre foi muito amistosa e de diálogo.
“Fico muito feliz pelo carinho que têm comigo. Agradeço bastante a eles. Desde o tempo que nós estávamos no Real Madrid pude treinar bastante com ele, pude conversar. A minha convivência com ele e com o estafe dele é muito boa”, concluiu.
Endrick deveria ser convocado para a Copa do Mundo de 2026?
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Endrick foi convocado pela primeira vez com Ancelotti e demonstrou personalidade para aproveitar o momento. O jogador estava sem espaço no Real Madrid e se transferiu ao Lyon justamente para voltar a brigar por uma vaga na Copa.
Atacante vê vaga ainda aberta para a Copa do Mundo
Por fim, Endrick avaliou a disputa por uma vaga na convocação final da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo. “Ninguém está garantido porque infelizmente no futebol tem as lesões, tem o clube. Tem que fazer tudo bem”, disse.
“Agradeço muito a Deus pela oportunidade que eu tenho de poder jogar, de aproveitar essa minha vida. Vivo dia após dia. Sempre trabalhando. Acho que é o que eu faço de melhor. Vou seguir assim”, acrescentou.
