A Seleção Brasileira convive historicamente com cortes por lesão às vésperas de Copas do Mundo. O caso mais recente envolve Rodrygo, atacante do Real Madrid, que sofreu ruptura do ligamento cruzado anterior e do menisco lateral da perna direita. A baixa já é considerada relevante na lista de convocados, conforme a CNN Brasil.
Ao longo dos anos, diferentes gerações enfrentaram situações semelhantes, com jogadores sendo retirados da lista final por problemas físicos. Consequentemente, impactando o planejamento da composição do elenco. Entre os casos mais marcantes está o de Romário.
O atleta foi cortado antes da Copa do Mundo de 1998 após exames detectarem lesão na panturrilha. Além disso, o anúncio contou com a presença de Mário Zagallo, Zico, Lídio Toledo e Américo Faria. Na ocasião, o atacante se emocionou ao comentar a decisão e teve uma saída conturbada do grupo, segundo a CNN Brasil.
Qual corte por lesão mais marcou a história da Seleção Brasileira?
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Cortes por lesão na Seleção Brasileira ao longo das Copas
Já antes da conquista do tetracampeonato em 1994, o técnico Carlos Alberto Parreira precisou lidar com duas baixas. O zagueiro Mozer foi cortado por hepatite, enquanto Ricardo Gomes sofreu uma lesão muscular em amistoso contra El Salvador. Os dois deram lugar a Aldair e Ronaldão.
Em 2018, o lateral Daniel Alves também ficou fora da Copa após lesão no joelho esquerdo. O técnico Tite convocou Fagner como substituto, de acordo com a CNN Brasil. A mudança também ocorreu às vésperas do torneio e alterou a composição do plantel.
A lista inclui ainda nas primeiras edições Rogério, que deu lugar a Emerson Leão na competição de 1970. Na sequência, em 1974, Clodoaldo foi substituído por Mirandinha, enquanto Wendell deu lugar a Waldir Peres, ainda segundo a CNN Brasil.
Casos históricos de jogadores cortados antes de Mundiais
Na Copa de 1978, Nunes deu lugar a Roberto Dinamite, e Zé Maria foi substituído por Nelinho. Em 1982, Careca abriu vaga para Roberto Dinamite. Já em 1986, Cerezo deu lugar a Valdo, enquanto Mozer novamente foi substituído, mas dessa vez por Mauro Galvão.
Em 1998, Márcio Santos foi substituído por André Cruz e Flávio Conceição deu lugar a Zé Carlos. Em 2002, Emerson abriu vaga para Ricardinho, em 2006 Edmílson foi substituído por Mineiro.
O cenário atual também liga alerta para Estevão, que voltou a sofrer com problemas físicos. O atacante corre risco de ficar de fora, gerando dúvida no planejamento, em um contexto que reforça a recorrência de lesões. No entanto, a situação ainda depende de evolução clínica.
