Embora não seja a grande favorita, a seleção brasileira tem motivos de sobra para fazer o torcedor acreditar que é possível ser hexa da Copa do Mundo de 2026, começando pela qualidade dos jogadores, que estão experientes e acostumados com decisões em relação a 2022.
Nomes como Vinicius Jr, do Real Madrid, Raphinha, do Barcelona, Bruno Guimarães, do Newcastle, e Gabriel Magalhães, do Arsenal, acumulam experiência em alto nível e convivem com decisões de Champions League e grandes desafios.
Estrelas do Real Madrid e Barcelona, Vinicius Jr e Raphinha vivem seu auge técnico e são considerados dois dos melhores jogadores da atualidade. Os brasileiros se tornaram protagonistas nos times mais bem-sucedidos da Espanha.
O Brasil será hexa?
O Brasil será hexa?
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Ataque da seleção brasileira pode ganhar jogos
Não apenas Vinicius e Raphinha, mas também Igor Thiago, Pedro, Endrick, Gabriel Martinelli, João Pedro, Matheus Cunha e, se possível, até Neymar. O Brasil tem um seleto grupo de atacantes que podem ganhar jogos com um piscar de olhos.
Poucas seleções do mundo, com a exceção a França, conseguem trocar peças ofensivas sem perder poder tático e técnico. Em uma Copa que será longa, ter um grande elenco fará diferença, e Ancelotti sabe disso.
Traumas para Bélgica e Croácia
O Brasil não só pode, mas também deve aprender com as eliminações dolorosas contra a Bélgica, em 2018, e contra a Croácia, em 2022. As quedas nas quartas de final deixaram marcas dolorosas e o gostinho no torcedor de que poderia ter feito mais.
Foram partidas que o Brasil foi melhor, mas deixou escapar os resultados em falhas simples por falta de atenção. Na Copa de 2026, esses possíveis erros certamente receberão atenção dobrada de Ancelotti.
Poucas seleções do mundo reúnem tanto talento ofensivo como o Brasil nesta Copa do Mundo. O favoritismo está do lado de França e Espanha, mas, se Ancelotti conseguir encontrar um padrão de jogo, a pentacampeã do mundo tem tudo para fazer um grande Mundial.
