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Copa do Mundo

Defesas campeãs: o padrão das seleções vencedoras da Copa do Mundo

Defesas sólidas quase sempre são a base do título. O futebol moderno valoriza o ataque, mas a organização defensiva é o equilíbrio tático de um time

Defesas que ganham jogos e títulos. Foto: Ton Molina/Getty Images
© Getty ImagesDefesas que ganham jogos e títulos. Foto: Ton Molina/Getty Images

Argentina e França, as duas últimas campeãs do mundo, tiveram algo em comum: defesas fortes. O futebol moderno valoriza o ataque, mas um sistema defensivo bem compacto ganha jogos e títulos.

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A Copa do Mundo de 2022, na qual a Argentina se sagrou campeã, só foi possível pela defesa compacta formada por Romero e Otamendi, que combinava agressividade, jogo aéreo e leitura defensiva.

A Argentina normalmente defendia em um esquema 4-4-2 quando não tinha a bola, com duas linhas compactas que reduziam os espaços entre linhas, dificultando a criação de jogadas pelo centro.

Umtiti e Varane, os pilares da França campeã em 2018

A França campeã do Mundo em 2018 reunia dois zagueiros rápidos e, acima de tudo, fortes, especialmente Varane, ídolo do Real Madrid. A presença de laterais fortes e de boa estatura ajudava nos momentos sem a bola.

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Umtiti e Varane eram grandes destaques da França; Foto: Laurence Griffiths/Getty Images

Umtiti e Varane eram grandes destaques da França; Foto: Laurence Griffiths/Getty Images

Pogba e, especialmente, Kanté, tiveram participação fundamental no jogo defensivo dos franceses. Eles eram o equilíbrio do time, dando proteção no meio-campo e fechando os espaços encontrados pelos rivais.

A equipe de Deschamps defendia em bloco baixo, atraindo o adversário para sair em contra-ataque. Após recuperar a bola, acionava os pontas, especialmente Mbappé, um dos destaques da competição de 2018.

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O Brasil campeão em 2002

O sistema com três zagueiros prevaleceu no sistema defensivo do Brasil em 2002, na última vez que a Seleção Brasileira venceu uma Copa do Mundo. A linha defensiva era formada por Lúcio, Roque Júnior e Edmílson.

Os alas eram os destaques com a bola, mas também ajudavam na recomposição. Assim como a Argentina campeã em 2022 e a França em 2018, a força física era o diferencial, além da proteção de Gilberto Silva no meio-campo, dando equilíbrio ao esquema padronizado de 3-5-2.

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