A Argentina ficou com o vice-campeonato da Copa do Mundo de 2026, mas não tem a permanência de Lionel Scaloni assegurada. Segundo informações do jornalista Nicolò Schira, caso o treinador decida não renovar o seu contrato com a AFA, o grande sonho da entidade é contar com Diego Simeone para comandar a equipe.
Além do técnico do Atlético de Madrid, outro nome que aparece nos bastidores da seleção é Marcelo Gallardo. Ídolo do River Plate, o treinador está livre no mercado desde que deixou o clube de Buenos Aires e surge como um candidato natural pelo trabalho vitorioso que construiu no futebol argentino.
Apesar disso, o futuro de Lionel Scaloni segue totalmente em aberto. Com contrato válido até dezembro de 2026, o treinador não cravou a permanência durante a entrevista coletiva após o vice-campeonato da Copa, deixando todas as possibilidades abertas para a sequência da carreira.
Principais diferenças entre Simeone e Scaloni
Caso Diego Simeone seja o escolhido, a Argentina passaria por uma mudança importante de estilo. Enquanto Scaloni construiu uma seleção reconhecida pela capacidade de se adaptar aos adversários, o comandante do Atlético de Madrid possui uma identidade muito mais consolidada, baseada na organização coletiva.
Outra diferença aparece na forma de atacar. Scaloni costuma dar liberdade aos jogadores mais criativos e alterna momentos de posse de bola com transições rápidas. Simeone, por sua vez, prioriza ataques mais verticais, explorando a recuperação da posse e a velocidade para atacar os espaços.
Na fase defensiva, ambos valorizam a organização, mas de maneiras diferentes. Scaloni ajusta a postura da equipe conforme cada partida, alternando pressão alta e bloco médio. Simeone faz da defesa o principal pilar do seu trabalho, exigindo compactação, disciplina tática e comprometimento coletivo.
Como foi a final da Copa do Mundo?
No último domingo (19), a Argentina enfrentou a Espanha na final da Copa do Mundo e teve dificuldades para criar oportunidades durante o tempo regulamentar. La Furia, por outro lado, chegou com perigo em diversas ocasiões, mas parou nas grandes defesas de Emiliano Martínez,que manteve o placar em 0 a 0 nos 90 minutos.
Na prorrogação, o cenário permaneceu semelhante. A Espanha seguiu controlando as principais ações ofensivas, enquanto a Argentina resistia. No entanto, Ferran Torres aproveitou uma das oportunidades criadas pelos espanhóis para marcar o único gol da decisão, garantindo o triunfo por 1 a 0 e o segundo título mundial da seleção espanhola.




