A Inglaterra encara a Noruega neste sábado (11), pelas quartas de final da Copa do Mundo. O time comandado por Tuchel passou de fase após uma vitória heroica contra o México, no estádio Azteca.
O maior perigo
- Pressão alta: A Inglaterra aposta na marcação alta no campo defensivo do adversário como uma virtude adotada pelo técnico Thomas Tuchel, dificultando a saída de jogo do rival.
- Marcação forte: A pressão alta de forma organizada, acontece graças à forte marcação que começa na frente com os atacantes. Harry Kane e Gordon têm papéis fundamentais na intensidade sem a bola.
A Inglaterra controla o jogo?
- Como é a Inglaterra com a bola? A Inglaterra, nesta Copa do Mundo, deixou de ser uma seleção que prioriza a posse de bola. Os números (Sofascore) dizem que os ingleses são apenas a 14ª seleção com maior posse da competição.
- Transições rápidas: Em vez da posse de bola, Tuchel opta por transições rápidas, um estilo muito comum na Premier League, competição em que atua a maioria dos jogadores ingleses.
Como incomodar os ingleses?
- Linha defensiva: A Inglaterra atua com a linha defensiva bastante alta, o que acaba gerando espaços para contra-ataques. Quando a marcação na marcação é superada, a defesa fica exposta.
- Saída de bola: Como a Inglaterra não prioriza mais a construção desde a defesa, a saída de bola é um problema. Equipes que costumam pressionar alto geralmente colocam os ingleses em perigo.
O novo ciclo inglês conta com nomes como Gordon e Konsa na defesa, enquanto badalados, como Arnold, Foden e Palmer, ficaram de fora da Copa do Mundo. Os protagonistas são Harry Kane e Bellingham, que recebeu uma oferta do Manchester United, de acordo com Miguel Serrano.




