Dejan Kulusevski vive um longo período afastado dos gramados, mas mantém o objetivo de disputar a Copa do Mundo de 2026. O atacante, do Tottenham, não atua há 11 meses por conta de uma lesão no joelho, porém segue confiante em conseguir retornar a tempo de voltar à Seleção da Suécia, conforme O Jogo.
Mesmo sem condições de jogo, o atleta, de 25 anos, seguiu integrado ao grupo sueco durante o período recente. O meia-ofensivo ainda acompanhou de perto a classificação da equipe para o Mundial através do play-off. Com isso, a presença fora de campo reforça a ligação com o elenco, mesmo durante o processo de recuperação.
Em entrevista ao canal Viaplay, Kulusevski reconheceu o cenário difícil, mas demonstrou confiança na própria capacidade de recuperação. “Não jogo há um ano. Sei bem quais são as minhas chances. Mas se há alguém neste planeta que pode fazer isso, apostaria em mim mesmo”, ressaltou.
Recuperação longa não diminui confiança
Inclusive, o período afastado representa um dos momentos mais desafiadores da carreira do atacante. Isto é, a lesão no joelho exigiu um processo longo de recuperação, afastando o jogador por meses e impedindo sequência tanto no clube quanto na seleção. Porém, mesmo assim, o retorno já é tratado como próximo nos bastidores.
Contudo, Kulusevski admite ter consciência das dificuldades para voltar ao mais alto nível competitivo, mas mantém a confiança como principal combustível neste processo. Na esperança, ele acredita que pode recuperar ritmo e condição física a tempo de entrar no radar da comissão técnica sueca.
Kulusevski merece uma vaga na Seleção da Suécia?
Kulusevski merece uma vaga na Seleção da Suécia?
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Discurso reforça ambição pela Copa do Mundo

Kulusevski, do Tottenham, recebe tratamento médico durante a Premier League, em 11 de maio de 2025. Foto: Julian Finney/Getty Images
Além da situação individual, Kulusevski também destacou o objetivo coletivo da Suécia para a Copa do Mundo. Desta forma, o atacante deixou claro que a equipe não pretende apenas participar da competição, mas competir em alto nível contra qualquer adversário.
“Não vamos apenas lá para participar. A Suécia quer estar entre as melhores. Enquanto viver, vou fazer de tudo para que a Suécia não tenha medo de ninguém, seja Brasil, França ou qualquer outra seleção”, encerrou o atleta sueco.

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