Zinédine Zidane é o mais cotado para suceder Didier Deschamps e ser o técnico da Seleção Francesa após a Copa do Mundo 2026. No entanto, uma lei nacional dificulta que o ex-jogador assuma o cargo.
De acordo com informações do L’Équipe, uma comissão mista do Senado e da Assembleia Nacional decidiu, em 8 de julho, que os funcionários de Federações esportivas da França podem ter até 450 mil euros brutos de salário anual.
O valor é baixo, considerando quanto dinheiro o futebol mundial é capaz de movimentar atualmente. No entanto, a lei ainda não entrou em vigor. A previsão é de que o dispositivo seja publicado no Diário Oficial até a próxima terça (21).
Federação pode assinar contrato com Zidane, mas há condições
Tecnicamente a Federação Francesa de Futebol (FFF) pode assinar o contrato de Zidane. Entretanto, necessita de uma aprovação, por parte do Governo Federal. A ministra dos Esportes, da Juventude e da Vida Associativa, Marina Ferrari, é favorável à contratação do profissional, mas reconheceu a autonomia da FFF.
“(Ele tem) um bom perfil. Mas não compete ao Ministro dos Esportes se posicionar em relação à escolha do técnico da Seleção da França”, disse Ferrari em entrevista ao canal France 2.
França foi G4 nas últimas três Copas do Mundo
O nome de Didier Deschamps está definitivamente na história do futebol francês. O profissional venceu a Copa do Mundo como jogador em 1998 e voltou a conquistar o torneio, dessa vez como técnico, em 2018.
A França quase obteve o tricampeonato em 2022, mas foi derrotada pela Argentina nos pênaltis após um histórico 3 a 3 que teve Messi e Mbappé destruindo em campo. Em 2026, Les Blues foram eliminados pela Espanha na semifinal.




