Kylian Mbappé revelou qual seria sua escolha de seleção caso não tivesse defendido a França. Em participação no programa The Bridge, nesta quinta-feira (02), no YouTube, o atacante do Real Madrid afirmou que optaria por Camarões, mesmo também tendo chance pela Argélia.
Isto é, o jogador era elegível para representar três países: França, onde nasceu, Camarões, por origem paterna, e Argélia, pelo lado materno. Mas, ainda no início da carreira, preferiu atuar pela Seleção Francesa. Inclusive, sua estreia aconteceu em 2017, aos 18 anos.
Com isso, durante o bate-papo com o meio-campista Aurélien Tchouaméni, ao comentar um cenário hipotético entre as outras opções, Mbappé respondeu de forma direta: “Eu diria que jogaria por Camarões e mandaria Ethan para a Argélia”, aos risos.
Relação com a família influenciou resposta
Na sequência, Mbappé explicou que cresceu mais próximo da cultura camaronesa, principalmente por conta da convivência com a família do pai. Portanto, com esse contato mais frequente ao longo da infância e adolescência teve impacto direto na forma como ele se conecta com essa origem.
No entanto, com o passar dos anos, o atacante destacou que também se aproximou da família ligada à Argélia. Porém, mesmo assim, reforçou que sua vivência inicial foi mais conectada ao lado camaronês, o que influenciou sua resposta na entrevista.
Se você pudesse escolher por Mbappé, qual seleção indicaria?
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Aliás, o jogador também revelou interesse em conhecer melhor a Argélia. “Quero ir porque nunca fui. É algo que tenho vontade de fazer”, destacou, ao comentar a relação com o país.
Mbappé critica escolha por oportunidade em seleções

Mbappé comemora gol nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Foto: Mateusz Slodkowski/Getty Images
Além disso, Mbappé abordou o tema dos jogadores com múltiplas nacionalidades. O atleta, de 27 anos, criticou as decisões baseadas em conveniência esportiva. Para ele, a escolha pela seleção deve refletir na identidade e trajetória pessoal.
Por fim, o atacante foi direto ao comentar sobre o assunto: “Um país não é como um clube. Às vezes falam de projeto esportivo… não. Eu nasci na França, cresci na França. Não fazia sentido esperar ou agir como oportunista”.

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