Há 10 anos, após perder a final da Copa América para o Chile, Messi chocava o mundo ao anunciar sua aposentadoria da seleção argentina. “Para mim, a seleção acabou”, disse o camisa 10.
Na época, Messi acumulava quatro vice-campeonatos pela Argentina: Copa América de 2007, Copa do Mundo de 2014, Copa América de 2015 e 2016. O relato era de que La Pulga brilhava no Barcelona, mas não conseguia fazer o mesmo pelos Hermanos.
A partir do anúncio da aposentadoria, tudo mudou. Houve uma grande manifestação de torcedores, ex-jogadores e dirigentes para que Messi voltasse à Argentina. Assim, ele fez. Menos de dois meses depois, ele voltou à seleção para dar início às Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.
A chegada de Scaloni na vida de Messi
A chegada de Scaloni, em 2018, mudou completamente a vida de Leo. Ainda desconhecido, o treinador montou uma equipe focada no coletivo, reduziu a responsabilidade de Messi e criou, acima de tudo, um ambiente favorável.
O primeiro título veio em 2021, com a Copa América. De quebra, foi contra a Seleção Brasileira, em pleno Maracanã. O que estava evoluindo tornou-se algo comum para aqueles jogadores que entraram para a história da Argentina.
Em 2022, com Messi inspirado, os Hermanos ganharam o mundo. Antes, haviam sido campeões da Finalíssima, contra a Itália. Em 2024, mais um título, a Copa América e, em 2026, chegaram à grande final da Copa do Mundo nos Estados Unidos.
Despedida em alto nível
Aconteça o que acontecer na grande final contra a Espanha, nada apagará o legado de Messi. Seu nome, que já estava escrito na história do futebol europeu e, sobretudo, no Barcelona, estará para sempre na memória dos argentinos.
Argentina e Espanha se enfrentam neste domingo (19 de julho de 2026), às 16h (de Brasília). A partida vale o tetra para os Hermanos ou o bi para a La Fúria.




