Além dos fatores técnico, tático e físico, o lado psicológico é crucial para o bom rendimento de um jogador de futebol. Essa pressão, inclusive, sobe durante a disputa da Copa do Mundo.
Fator psicológico é determinante na disputa de uma Copa do Mundo
Ali, diante dos olhos de todo o planeta, o atleta sabe que tem a chance de mostrar suas qualidades para o mundo do futebol e, além disso, deixar sua marca na história do seu país.
Veja o caso de Lionel Messi, por exemplo: o craque bateu na trave com a Argentina em 2014, na Copa do Mundo do Brasil, e fez um Mundial para esquecer em 2018, na Rússia.
Depois de quase renunciar à equipe nacional e cogitar a aposentadoria da seleção, o jogador do Inter Miami deu a volta por cima e chegou ao topo do planeta ao vencer a Copa de 2022, no Catar.
Lionel Messi e seleção da Argentina são exemplos de volta por cima no fator anímico
O momento psicológico começou a virar na Copa América, em 2021, no Brasil, onde os comandados do técnico Lionel Scaloni quebraram um jejum de 28 anos sem conquistas.

Seleção da Argentina voltou a conquistar uma Copa do Mundo no Catar, em 2022 (Photo by Julian Finney/Getty Images)
Messi levou o título e, além do bom trabalho do treinador, o astral do elenco argentino teve uma virada de chave, fator que foi crucial para a conquista do tricampeonato mundial.
Passados quase quatro anos da conquista do país sul-americano, Scaloni conseguiu formar uma ‘família’ na seleção da Argentina, com a fotografia do elenco sendo muito parecida em relação ao Mundial de 22.
Mesmo com jogadores já não vivendo suas melhores fases nos aspectos físico e técnico (como Otamendi e de Paul, por exemplo) o fator psicológico agora, de uma vez por todas, será um trunfo da equipe que se superou para vencer e chegar ao topo do planeta.




