Suárez no Grêmio

A despedida de Luís Suárez do Grêmio, marcada pelo gol da vitória sobre o Vasco na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro, continua a render elogios.

Durante o Resenha da Rodada desta segunda-feira (4), Diego Lugano, amigo e ex-companheiro de Suárez, não economizou nas palavras para destacar a passagem do uruguaio pelo futebol brasileiro.

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Segundo Lugano, Suárez viveu um dos melhores anos da reta final de sua carreira, algo que não experimentava há bastante tempo. O ex-defensor ressaltou a diferença de desempenho do atacante, destacando que o ambiente competitivo brasileiro proporcionou a Suárez novos desafios.

“Pelo segundo tempo, dá para ver como o Luís é diferenciado, jogou para caramba. Está jogando muito mais do que jogou no Nacional-URU, no Atlético de Madrid e até nos últimos anos de Uruguai. O Brasil deu para ele, de novo, esse ambiente competitivo onde se precisa se desafiar. Grande parte do que o Grêmio chegou no G-4 é do Suárez, mas grande parte do que ele rendeu é por Renato Gaúcho”, afirmou Lugano.

É chato

O ex-defensor também destacou a personalidade intensa de Luis Suárez no dia a dia, descrevendo-o como “chato”, mas no bom sentido.

Lugano enfatizou a sabedoria de Renato Gaúcho ao lidar com a intensidade do atacante, ressaltando que a gestão do treinador foi crucial para o sucesso de Suárez no Grêmio.

“Ter um treinador não malandro, mas gestor. O Luís é chato para caramba no dia a dia. Ele viveu um mês de guerra interna, e o Renato levou isso com muita sabedoria. Se fosse outro treinador que tem auto-estima baixa, que precisa mostrar que manda, fazia cagada. Então, tem muito a ver com um gestor como o Renato”, completou Lugano.

Ao longo de 53 jogos na temporada, Suárez deixou sua marca com 27 gols e 17 assistências, conquistando o título do Campeonato Gaúcho e garantindo a classificação para a Libertadores.

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