Quase oito anos após a saída de Arsène Wenger, o Arsenal voltou a ter suas decisões de mercado avaliadas por um jornal inglês. O The Telegraph publicou um balanço sobre as contratações feitas pelo clube londrino desde então.
O levantamento analisou 49 jogadores contratados nesse intervalo, levando em conta expectativa criada, rendimento em campo e impacto coletivo. A partir desses critérios, o jornal organizou um ranking com avaliações individuais.
Sendo assim, dentro desse levantamento, o brasileiro Willian, atual ponta esquerda do Grêmio, foi apontado como a pior contratação do Arsenal na era pós-Wenger, conforme destacou o jornal inglês.
Brasileiros aparecem entre os principais acertos do Arsenal no período
Mas, apesar da avaliação negativa sobre Willian, outros brasileiros figuraram entre os principais acertos do Arsenal após a saída de Wenger. Gabriel Magalhães foi classificado como o quarto melhor reforço do clube nesse recorte.
Além do zagueiro, Gabriel Martinelli ficou na sétima posição do ranking, enquanto Gabriel Jesus apareceu em 11º lugar. O trio foi apontado como responsável por elevar o nível competitivo da equipe nos últimos anos.

Willian se prepara para cobrar escanteio durante partida da Europa League em 2021. Foto: Shaun Botterill/Getty Images
Inclusive, sobre Gabriel Magalhães, o The Telegraph afirmou: “Gabriel foi uma das primeiras contratações de Arteta e evoluiu a cada temporada. Ele se desenvolveu de forma tão impressionante que agora é provavelmente o melhor zagueiro da Premier League. Monstruoso”.
Avaliação negativa recai sobre Willian e outras contratações
Vale lembrar que Willian defendeu o Arsenal entre 2020 e 2021, após deixar o Chelsea. No período, disputou 37 partidas, marcou um gol e distribuiu sete assistências. Assim, os números são considerados abaixo da expectativa criada em sua chegada.
Porém, além do brasileiro, o ranking classificou o goleiro Neto como uma contratação equivocada, enquanto o atacante Marquinhos, comprado junto ao São Paulo, foi avaliado como um reforço de impacto neutro. Com isso, o primeiro lugar da lista ficou com Martin Ødegaard.




