Desde 1982, a Supercopa da Espanha reúne campeão nacional e vencedor da Copa do Rei. O torneio mudou em 2020, virando minicompetição com semifinais e final única.
No novo formato, quatro clubes jogam em sede neutra na Arábia Saudita. Essa mudança elevou a visibilidade global e multiplicou a renda dos times. Os duelos passaram a acontecer em janeiro, época antes reservada a amistosos.
Barcelona e Real Madrid dominam a cena, somando a maioria dos troféus. Mesmo assim, Athletic, Deportivo e outros já sentiram o gosto da glória. O equilíbrio geral, porém, foi reduzido pela força financeira dos gigantes.
Barcelona e Real Madrid duelam intensamente
O Barcelona venceu cinco das últimas seis finais, sempre com ataque veloz. Raphinha, Lewandowski e jovens promessas decidiram jogos cheios de emoção.
O Real Madrid, por sua vez, não fica parado e reage com ambição. Vinícius Júnior e Bellingham lideram um plantel que melhora a cada janela. A rivalidade histórica ganha novo capítulo a cada janeiro sob forte calor.
Além dos campeões, atletas de clubes menores brilham e atraem olheiros. Jogadores do Athletic e do Valencia, por exemplo, garantiram convocações. A Supercopa virou vitrine para quem sonha com vagas em seleções europeias.

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Projeções para as próximas temporadas
Analistas preveem mais equilíbrio se o limite salarial for realmente aplicado. Isso pode permitir surpresas, lembrando o título do Mallorca em 1998.




