Joan Laporta voltou a exaltar Johan Cruyff e afirmou que o holandês foi o melhor jogador da história. O presidente do Barcelona relembrou o ídolo durante participação no programa “Onze”, do canal Esports3, ao comentar sobre os dez anos da morte do ex-jogador.
“Elogiamos muito o Johan treinador porque foi uma revolução, mas o Johan jogador, para aqueles que o viram, para mim foi o melhor jogador da história. Com todo respeito a figuras como Pelé, Diego Maradona, Ronaldinho ou Lionel Messi, Johan reunia tudo. E além disso, ele tinha liderança, apontou Laporta, segundo O Jogo.
Influência de Cruyff vai além do Barcelona para Laporta
Além disso, o dirigente do Culés destacou que a influência de Cruyff vai além do futebol e segue presente em decisões importantes no clube espanhol. “Sempre que tenho um dilema, penso no que Johan faria. É bom fazer esse exercício porque ele era corajoso e determinado nas coisas que precisavam ser feitas”, disse.
Você já ouviu sobre Cruyff?
Você já ouviu sobre Cruyff?
0 pessoas já votaram
“É sempre bom saber o que ele decidiria. Ser corajoso ajuda a tomar decisões. É uma pessoa que nos marcou muito”, ressaltou o presidente do Barcelona, revelando que continua utilizando o ídolo como referência pessoal no dia a dia. Isto é, mostrando que Cruyff representa um guia.
Memórias marcantes reforçam admiração pelo ídolo

Johan Cruyff, do Barcelona, durante partida no Camp Nou em 1978.
Inclusive, Laporta relembrou o impacto da chegada de Cruyff ao Barcelona ainda na sua infância. “Johan chegou com a mulher, com aquele penteado de Beatles, com camisas e calças boca de sino. A mim, que tinha 10 anos, isso me marcou”, detalhou o dirigente espanhol.
“Ele chegou e o Barça fez 0 a 5 no Bernabéu, conquistou a Liga e, quando ele entrava em campo, era sempre divertido. Era indomável e divertido. Como treinador também. Ele sempre tomou as decisões mais corajosas”, completou Laporta, revivendo momentos históricos.
Por fim, o presidente resumiu o significado de Cruyff. “Ser ‘cruyffista’ é amar e honrar Johan. É pensar nele, vivê-lo e ter essa visão tão ampla do que é uma bola. Gosto de uma frase que ele disse: ‘ter técnica não é dar mil toques, mas dar um, mas bem’. Ele simplificou coisas que parecem complicadas. Era muito vivaz. Johan sempre ganhava”, encerrou.




