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Gabriel Gubela aponta diferenças entre Gre-Nal e rivalidade de Panathinaikos e Olympiacos

Ex-lateral-direito Gabriel Gubela atuou por Grêmio e Internacional no Brasil, mas também viveu a rivalidade entre Panathinaikos e Olympiacos na Grécia

Torcida do Panathinaikos. (Foto: Carl Recine/Getty Images)
Torcida do Panathinaikos. (Foto: Carl Recine/Getty Images)

Gabriel Gubela pode falar com propriedade sobre duas das rivalidades mais intensas do futebol mundial. Com passagens por Grêmio e Internacional no Brasil, além do Panathinaikos na Grécia, o ex-lateral-direito vivenciou de perto ambientes de enorme pressão e paixão das arquibancadas. Em entrevista exclusiva ao Somos Fanáticos Brasil, ele comparou as experiências.

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Ao longo da trajetória, Gabriel também acumulou passagens por clubes como Cruzeiro, Fluminense, São Paulo e Málaga, construindo uma carreira consolidada. No entanto, quando o assunto é atmosfera de clássico, o ex-jogador admite que o futebol grego possui características muito particulares e capazes de impressionar até mesmo atletas acostumados aos maiores palcos.

Segundo ele, o duelo entre Panathinaikos e Olympiacos levava a rivalidade a um nível extremo. “A Grécia tem essa fama realmente de torcedores fanáticos. O clássico rende grandes jogos. É quase sempre uma guerra mesmo entre os torcedores”, afirmou o ex-lateral ao recordar os confrontos que disputou no país.

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Clima de tensão nos clássicos gregos

Entre as lembranças mais marcantes, Gabriel Gubela destacou uma situação vivida antes mesmo de entrar em campo. “Eu me lembro de um jogo na casa do Olympiacos, já chegando no estádio, a torcida adversária fez barricada, botou fogo. Tiveram que chamar a polícia para abrir o caminho. Uma loucura completa”, relembrou.

A intensidade das arquibancadas deixou uma impressão duradoura no ex-jogador. “O torcedor grego é realmente muito apaixonado”, completou. Para quem também vivenciou o Gre-Nal, considerado um dos maiores clássicos da América do Sul, a comparação surge de forma natural.

Gabriel Gubela acredita que existem muitas semelhanças entre os torcedores do Rio Grande do Sul e os da Grécia, embora veja um diferencial nos europeus. “Tem muita similaridade. Porém, acho que pelos gregos terem sangue quente e o passado histórico do país de guerrear, eles são um pouco mais fervorosos.”

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Torcida do Inter durante o GRE-NAL

Torcida do Inter. (Foto: Pedro H. Tesch/Getty Images)

A torcida faz diferença para Gabriel Gubela? 

Para exemplificar o impacto da torcida do Panathinaikos, o ex-lateral citou uma partida especial pela Champions League. “Pra você ter uma ideia, joguei um jogo contra a Inter de Milão e a torcida grega dominou o San Siro, gritou o jogo inteiro. Isso nos surpreendeu, terminou que nós ganhamos o jogo lá de 1 a 0.”

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A lembrança ganha ainda mais peso pelo nível do adversário. “Inter de Milão tinha Ibrahimovic, Balotelli, Adriano, Fabio Cannavaro e Esteban Cambiasso. Realmente é uma torcida que faz a diferença”, concluiu Gubela, mostrando a força de uma das arquibancadas mais temidas do futebol europeu.

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