De acordo com o jornal francês L’Équipe, o Manchester City lidera o ranking da Fifa e terá direito a 3,1 milhões de euros (cerca de R$ 18 milhões) por ceder jogadores à Copa do Mundo de 2026.
O Paris Saint-Germain é o segundo e receberá 2,49 milhões de euros (aproximadamente R$ 14 milhões). Juntos, os dois clubes europeus somam mais de R$ 32 milhões em compensações.
Os ingleses tiveram 19 jogadores no Mundial, o maior contingente entre todos os clubes. Já os franceses contaram com 16 convocados, o mesmo número do Arsenal, mas terminaram à frente dos Gunners, que embolsaram 2,4 milhões de euros.
Fifa tem aumento de 70% nos valores distribuídos
Dessa maneira, nesta Copa do Mundo, a Fifa teve o maior gasto da sua história com os clubes que cederam seus atletas: foram 335 milhões de dólares, aproximadamente R$ 1,8 bilhão.
O montante equivale a um aumento de 70% dos gastos com o programa em relação aos Mundiais disputados na Rússia e no Catar, em 2018 e 2022, respectivamente.
O dinheiro é dividido proporcionalmente entre os clubes
Os valores são calculados pelo Programa de Benefícios para Clubes da Fifa, que prevê uma compensação de 4,3 mil euros por dia para cada jogador convocado entre 1º de junho e 19 de julho de 2026.
Assim, o dinheiro é dividido proporcionalmente entre os clubes que tiveram vínculo com o atleta nas duas temporadas anteriores, dentro de um orçamento total de 305,3 milhões de euros.




