Real Madrid opta por cautela e muda estratégia com Mbappé
O Real Madrid tomou a decisão de frear Kylian Mbappé com o objetivo de recuperar o atacante em sua melhor versão física. A escolha passa por evitar qualquer tipo de risco e aceitar sua ausência imediata, priorizando o desempenho a médio e longo prazo, conforme o Diário AS.
Com isso, a Supercopa, disputada na Arábia Saudita, deixou de ser prioridade justamente para impedir que o jogador volte a atuar diminuído. Internamente, o entendimento foi de que acelerar o retorno seria um erro, já que Mbappé vinha jogando sem estar totalmente recuperado.
Isto é, a diretriz adotada pelo clube é clara: parar agora para não comprometer o restante da temporada. O Real Madrid entende que preservar o atacante neste momento é fundamental para que ele volte competitivo e sem limitações físicas, segundo o jornal espanhol.
Tratamento conservador marca nova postura do Real Madrid
Desta forma, a estratégia definida passa por um tratamento conservador, com foco exclusivo em deixar a articulação do joelho em condições ideais. O Real Madrid optou por não trabalhar com prazos públicos de retorno, evitando qualquer tipo de pressão externa ou interna.
A decisão representa uma mudança clara na condução do caso. A lesão atual é a número 23 da carreira de Mbappé e foi considerada um ponto de alerta dentro do clube. Por isso, levou ao reforço do acompanhamento médico com o retorno de Niko Mihic à linha de frente, médico de confiança de Florentino Pérez, de acordo com o AS.

Kylian Mbappé observa sentado no chão durante a partida da LaLiga. Foto: Angel Martinez/Getty Images
Com isso, a orientação ao departamento médico é evitar riscos em todas as etapas do processo. O tratamento indicado é repouso, com o entendimento de que Mbappé só deve voltar a jogar quando estiver plenamente recuperado e sem qualquer desconforto.
Sequência intensa reforça decisão de parar Mbappé
Vale lembrar que Mbappé convive com a dor desde o dia 7 de dezembro, quando atuou contra o Celta. Mesmo assim, acabou voltando a campo posteriormente e somou 270 minutos em partidas contra Alavés, Talavera e Sevilla. Inclusive, situação que internamente o clube reconhece como algo que não deve se repetir.
Aliás, o início do ano impõe uma sequência pesada ao Real Madrid. O time pode disputar até sete partidas em apenas 20 dias, com compromissos a cada três dias. Sendo assim, pesando diretamente na decisão de preservar o atacante neste momento da temporada.
Mas, sem Mbappé, o protagonismo ofensivo passa a ser redistribuído. Portanto, a ascensão de Gonzalo ganha relevância como alternativa imediata da equipe comandada por Xabi Alonso, segundo o AS.




