Nas últimas semanas, o atacante Jô tomou conta dos noticiários envolvendo o Corinthians. Durante a derrota para o Cuiabá, pelo Campeonato Brasileiro, ele foi flagrado em um bar tocando um tantã enquanto se recuperava de lesão, fato que desagradou a diretoria e a torcida. No dia seguinte, Jô faltou ao treino, gerando a rescisão de contrato.
Engana-se o corintiano que acha que a dor de cabeça envolvendo o jogador acabou. Nesta sexta-feira (17), a TNT Sports informou que tanto o clube, quanto o atleta foram condenados a pagar R$ 13,3 milhões ao Nagoya Grampus, do Japão. Em 2020, Jô rescindiu com o clube japonês para retornar ao Corinthians, algo que foi contestado na Corte Arbitral do Esporte (CAS).
As sentenças costumam ser definitivas, mas o Timão ainda pode recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal). Porém, a tendência é que o clube acate a decisão do CAS, conforme informou o jornalista Bruno Cassucci, do site GE.
Presidente se esquiva sobre condenação em “caso Jô”
Em entrevista ao site GE, o presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, falou sobre o assunto: “Era uma ação contra o atleta, não contra o Corinthians. O clube era solidário na ação porque contratou o atleta. Ele foi mandado embora por justa causa por um clube, e aí depois o outro que contrata é acionado? No meu ponto de vista, o Corinthians não tem, absolutamente, nada a ver com isso”.




