Depois de uma temporada na Série B do Campeonato Brasileiro, o Grêmio retornou à elite do futebol nacional. Logo no começo de 2023, garantiu mais um título do Campeonato Gaúcho. Agora, ao longo do ano, o clube mantém expectativa de boas campanhas na Copa do Brasil e no Brasileirão.
Só que mesmo com o objetivo de grandes campanhas, o clube sabe que precisa apertar o cinto na parte financeira. Por ter tido a queda para a Série B, as receitas do Imortal caíram muito no ano passado. E há reflexo neste ano.
Em entrevista aoGE, o presidente do Grêmio, Alberto Guerra, revelou que a folha salarial do Grêmio custa R$ 12,5 milhões por mês. Nesta conta estão inclusos os vencimentos de Renato Gaúcho e da comissão técnica. No entanto, segundo o mandatário, o ideal era o Grêmio ter uma folha de R$ 10 mi/mês.
“Trabalhamos e concordamos que essa meta de R$ 10 milhões seria ideal. Não conseguimos chegar ainda de forma a nos mantermos competitivos. A folha está acima disso. Mas aí vem o trabalho da contenção de despesas, a liberação de alguns jogadores. Anualmente, é uma diferença bastante grande”, disse Guerra.
Redução de 15% em 2023
Apesar de ainda não chegar aos R$ 10 milhões estipulados, a diretoria gremista ressaltou que o Grêmio reduziu em 15% o valor da folha salarial neste início de ano. A medida foi possível graças a liberação de muitos jogadores.
“Importante salientar que a partir dessa perspectiva, da questão financeira, conseguimos uma redução da folha de 15 %, mesmo com as contratações realizadas. É um esforço conjunto com o presidente Guerra, nosso CEO, Conselho de Administração, para que possibilite o Grêmio ter uma trajetória mais tranquila em 2023”, disse o vice de futebol Paulo Caleffi na última terça