Melhor campeonato do mundo

Lucas Pratto, atualmente vestindo a camisa do Defensa y Justicia, da Argentina, relembrou sua marcante passagem pelo futebol brasileiro durante o programa da ESPN.

O atacante, que teve destaque no Atlético-MG e São Paulo, revelou suas impressões sobre a receptividade dos brasileiros e destacou a intensidade única do Campeonato Brasileiro.

Você gostaria de ter Pratto em sua equipe?

Você gostaria de ter Pratto em sua equipe?

0 PESSOAS JÁ VOTARAM

Segundo Pratto, a relação inicial entre jogadores argentinos e torcedores brasileiros é de expectativa. Os brasileiros esperam que os jogadores provem seu valor em campo antes de serem exaltados.

“Nos estudam primeiro, depois fica tudo bem. Se você for um ‘9’ e marcar muitos gols fica tudo bem, se for um ’10’ e dá 20 assistências, fica tudo bem. Se for um ‘2’ e defender bem… por aí vai”, comentou o atacante.

Melhor liga do mundo

Pratto também destacou a peculiaridade do torcedor brasileiro. Segundo ele, em poucos jogos, um jogador pode se tornar ídolo, mas em igual rapidez, pode ser criticado. Para ele, essa característica é ainda mais evidente em times grandes.

“O brasileiro é pior que o argentino. Em quatro jogos você é ídolo, depois em quatro jogos você vai para baixo da terra. Não há meio termo. São difíceis, ainda mais em time grande”, disse.

Surpreendentemente, o atacante argentino elogiou o Campeonato Brasileiro, classificando-o como a melhor liga do mundo em sua opinião. Ele destacou a abordagem ofensiva das equipes, que buscam constantemente marcar mais gols que os rivais.

“Para mim, a melhor liga do mundo é a do Brasil. Jogam para fazer mais gols que o rival. Gostam muito do futebol ofensivo”, afirmou Pratto.

No entanto, o jogador apontou uma desvantagem: o extenso calendário de jogos no Brasil. Ele ressaltou que nos últimos três meses do Brasileirão, a intensidade é alta, mas os jogadores acabam cansados, afetando o nível técnico nas últimas rodadas.

Aos 35 anos, Lucas Pratto continua deixando sua marca no futebol, agora no cenário argentino, mas guarda com carinho as lembranças de uma carreira brilhante no Brasil.

O que os Fanáticos estão falando?