Pressão alta, agressividade quando perde a posse de bola e transições rápidas são algumas das grandes marcas da seleção do Haiti, adversária do Brasil na segunda rodada da Copa do Mundo. As seleções se enfrentam nesta sexta-feira (19).
A força física também é uma virtude do Haiti, principalmente no meio-campo. O destaque no setor é Jean-Ricner Bellegarde, responsável por criar a maioria das jogadas ofensivas e conduzir a transição entre defesa e ataque.
O setor de meio-campo do Haiti reúne força física e qualidade. Para o Brasil, saber lidar com o estilo dos jogadores e suas ideias será fundamental para sair de campo com um placar elástico.
Para o Brasil, não ganhar do Haiti será vexame?
Para o Brasil, não ganhar do Haiti será vexame?
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Quais são os pontos negativos do Haiti?
Quando perde a bola no campo de ataque, o Haiti tem sérios problemas em se recompor taticamente estruturada, a ponto de conseguir frear o contra-ataque adversário. Jogadores como Vini Jr e Raphinha podem se beneficiar desses problemas.

Haiti vem de derrota na estreia da Cppa do Mundo. Foto: Mattia Ozbot/Getty Images
Os atacantes haitianos também têm um sério problema na hora de finalizar. As chances criadas de gols, na maioria das vezes, são desperdiçadas devido à falta de qualidade dos jogadores ofensivos.
Outro ponto é a qualidade técnica, é claro. O Brasil representa uma das melhores seleções no papel da Copa do Mundo. Do outro lado, o Haiti perdeu para a Escócia e é considerado a seleção mais fraca do grupo.
O que o Brasil deve esperar?
O Haiti não é uma seleção retrancada e deve tentar partir para cima do Brasil conforme as oportunidades surgirem. É um time corajoso, físico e vertical. Sem comparações, lembra em alguns aspectos o Liverpool de Klopp.

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