O Brasil não conquista a Copa do Mundo há mais de duas décadas. De lá para cá, viu os europeus e sua maior rival, a Argentina, levantarem a taça. O jejum é explicado por vários fatores, entre eles, o psicológico, nível dos rivais e a falta de eficiência em momentos decisivos.
Desde a última conquista, o Brasil foi eliminado por seleções que estavam vivendo grande momento. Primeiro, a França, em 2006. Depois vieram a Holanda (vice-campeã em 2010), a Alemanha (campeã em 2014), a Bélgica e sua geração mágica, em 2018 e, por fim, a Croácia, que vinha de um vice-campeonato na Rússia.
A falta de eficiência também vale uma grande menção honrosa. Em algumas das eliminações, o Brasil era o favorito, mas acabou caindo. O cenário mais recente foi em 2022, quando deixou a vitória escapar nos minutos finais contra a Croácia.
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Por que o psicológico joga contra o Brasil?
Com cinco taças de Copas do Mundo, o Brasil entra em campo com obrigação de vencer. O peso da camisa e, acima de tudo, a cobrança do torcedor, criam uma pressão que apenas a seleção canarinha enfrenta.

Alisson recebeu vaias em Brasil x Panamá. Foto: Wagner Meier/Getty Images
Neste Mundial, a pressão está ainda mais forte. Os amistosos antes da estreia na Copa do Mundo explicam bem as cobranças. Embora Ancelotti tenha realizado testes, o que se viu não agradou.
Atletas consagrados na Europa vêm sentindo na pele o que é representar o Brasil. O goleiro Alisson, por exemplo, recebeu vaias no Maracanã no compromisso contra o Panamá, partida que os brasileiros ganharam por 6 a 2.
A seleção brasileira pode ganhar a Copa do Mundo de 2026?
A resposta é sim. Mas, há outras seleções que, por resultados, estão à frente do Brasil. Uma delas é a Argentina, atual campeã e, que, para Rodri, em entrevista coletiva, junto com a Espanha, é uma das melhores seleções da Copa.

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Há também a França, com sua geração de ouro, que venceu o Brasil em amistoso, mesmo com um jogador a menos, com um lindo gol de Mbappé.




