Embora ainda não tenha encantado o mundo nos dois primeiros jogos da Copa do Mundo, a Seleção Brasileira vai ganhando cara de time. O técnico Carlo Ancelotti está usando a primeira fase do Mundial para achar a melhor formação tática.
Esquema tático do Brasil dá liberdade para atacantes e preenche o meio
Em boa parte do confronto contra o Haiti, o Brasil jogou com um meio de campo mais preenchido em relação ao que Carleto pensava para a equipe: um losango foi formado no setor.
Casemiro foi o primeiro volante, enquanto que Bruno Guimarães e Lucas Paquetá jogaram um pouco à frente do camisa 5, formando quase que uma trinca de meio-campistas.
Matheus Cunha é peça-chave para ideia de Ancelotti funcionar
Matheus Cunha, que foi um dos destaques do jogo frente aos haitianos, atuou como um meia-armador, jogando centralizado e fazendo a conexão entre os três meias e a dupla de ataque.

Endrick, Matheus Cunha e Vini Jr: trio pode atuar no jogo contra a Escócia – Foto: IMAGO / DeFodi Images
Por isso, é possível dizer que o Brasil jogou em um losango, formação tática que, bem treinada e ajustada, pode potencializar o que a Seleção tem de melhor: a dupla de atacantes.
Com um ótimo início de Mundial, Vini Jr terá um novo parceiro na frente, já que Raphinha saiu de campo lesionado. Endrick, com certeza, conta com o clamor popular, mas Rayan e Luiz Henrique são outras boas opções.
O losango com Matheus Cunha como armador deve ser mantido por Ancelotti?
O losango com Matheus Cunha como armador deve ser mantido por Ancelotti?
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O fato é que Ancelotti está encontrando um esquema tático que preenche o meio de campo, favorece a associação dos jogadores, libera o corredor para os laterais e potencializa a dupla de ataque.
Se antes o 4-2-4 sofria críticas por conta da pouca consistência e do pouco poder defensivo, agora o treinador do Brasil parece estar trilhando o caminho de outras seleções que já venceram Copas: achar o time ideal durante a competição.

Infográfico criado com auxílio de IA – ChatGPT




