Os especialistas do Grupo de Estudos Técnicos (TSG) da Fifa para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada de 11 de junho a 19 de julho, consideram que o maior evento do futebol apresentará algumas inovações táticas.
Porém, a ressalva é que essas mudanças no campo de jogo não serão tão profundas quanto as que estão surgindo nas principais ligas de futebol, principalmente na Europa.
“Sempre vemos inovações, e esta Copa do Mundo certamente não será exceção”, disse Tom Gardner, chefe de Análise de Desempenho do Futebol da Fifa, em uma reunião com jornalistas no início de maio.
Pressão alta, futebol vertical e direto e sem um camisa 10 clássico
Entre essas mudanças, a Fifa pontua a pressão alta, futebol vertical e direto, com passes longos e transições rápidas, e sem um camisa 10 clássico – função geralmente desempenhada pelos meio-campistas.
Outros pontos destacados pela entidade são os laterais se apresentando de maneira invertida, além de uma marcação individual na defesa para recuperar rapidamente a bola e evitar o desgaste físico.
A Copa do Mundo 2026 será 'revolucionária'?
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Contagem regressiva para o início da Copa
Pela primeira vez a Copa do Mundo vai contar com 48 seleções participantes. Esta será a 23ª edição do Mundial, a ser realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, entre os dias 11 de junho e 19 de julho.
O número recorde de 48 seleções (16 a mais que no Catar, em 2022) faz com que a Copa deste ano seja a maior da história. Serão 104 partidas, a serem disputadas pela primeira vez em três países.
Por fim, a Seleção Brasileira está no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. A estreia é dia 13 de junho, às 19h, contra a Seleção Marroquina, no MetLife Stadium, em Nova York.
