O Liverpool, depois de muitas especulações, anunciou que Mohamed Salah não permanecerá na equipe para a próxima temporada. Tido como um dos maiores ídolos da história dos Reds, o egípcio encerrará seu ciclo no clube de Anfield e dará entrada à reta final de sua carreira.

Contudo, mesmo aos 33 anos, o craque segue com muito mercado no futebol internacional. Neste momento, o jogador é disputado por clubes da Europa, Arábia Saudita e até mesmo da Major League Soccer (MLS).

Inclusive, caso o atleta decida ir para os Estados Unidos, já há um favorito para contratá-lo. De acordo com o The Athletic, a tendência é de que Salah assine com o San Diego, que conseguiu a prioridade para contratá-lo.

Salah fez o certo em decidir deixar o Liverpool?

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San Diego disposto a realizar engenharia financeira para contratá-lo

O jogador vinha sendo especulado no Chicago Fire, mas, ao que tudo indica, o clube norte-americano desistiu do negócio. Já o San Diego, de acordo com a fonte, está disposto a realizar uma grande engenharia financeira para contar com o atacante.

A equipe está disposta a se livrar de Hirving Lozano, que atualmente é o seu principal jogador designado, apenas para incluir Salah em seu elenco. Isso permitirá ao clube oferecer um alto salário ao jogador do Liverpool.

Mohamed Salah em partida do Liverpool. (Foto: Molly Darlington/Getty Images)

Além disso, mesmo em um cenário em que não consiga vender Lozano na próxima janela, o San Diego também poderia fechar um acordo nos moldes do Vancouver Whitecaps com Müller. O alemão terá um salário padrão nos seis primeiros meses e, posteriormente, se tornará um atleta designado.

Créditos: Gemini

Futuro incerto após saída do Liverpool

O problema é que, ao menos por hora, Mohamed Salah não definiu onde deseja atuar após deixar o Liverpool. Ou seja, não está claro se ele vai priorizar os Estados Unidos, já que pode ter oportunidades financeiras mais vantajosas.

Mesmo como um jogador designado na MLS, o egípcio não conseguiria um salário nem próximo do que terá caso vá para o Oriente Médio. Por lá, o jogador se tornaria um dos mais bem pagos do planeta, segundo o The Athletic.