Balogun marcou três gols em quatro jogos pelos Estados Unidos na Copa do Mundo 2026. No entanto, a participação do atacante ficou marcada por uma decisão da Fifa que foi benéfica ao jogador, mas também considerada polêmica.
A entidade suspendeu o cartão vermelho aplicado ao atacante na partida contra a Bósnia e Herzegovina. Com isso, Balogun ficou elegível para o duelo contra a Bélgica, ao invés de ter cumprido a suspensão.
Em entrevista ao canal CBS, o jogador relatou como reagiu. “Minha reação inicial foi de felicidade por estar de volta à equipe, mas quando comecei a refletir, percebi que isso causaria muita controvérsia. Pude ver um certo receio nos meus companheiros de equipe porque é algo muito singular”, iniciou.
De acordo com Balogun, a repercussão negativa da decisão afetou a seleção dos Estados Unidos. “Quanto mais perto chegávamos do jogo, eu tentava me concentrar o máximo possível, mas era difícil. Havia muito ruído externo e isso é difícil de evitar”, acrescentou.
Balogun reprova expulsão
Conforme o site da Fifa, Balogun foi expulso aos 19 minutos do segundo tempo na vitória dos Estados Unidos por 2 a 0 sobre a Bósnia e Herzegovina. O árbitro brasileiro Raphael Claus puniu o jogador após revisar o lance no VAR.
Balogun discorda da decisão. “Fiquei em choque. Nem foi uma falta. Fiquei totalmente em choque, acho que vocês puderam ver minha reação, mas tive que aceitar a decisão e tentar estar presente para o meu time”, argumentou.
Segundo o jogador, o lance foi sem querer. “Nunca deveria ser cartão vermelho. Então foi apenas uma situação infeliz. Acho que isso nos pressionou muito mais do que o necessário”, finalizou Balogun.
Presidente da Fifa é denunciado
Conforme o site Sky Sports, a FairSquare denunciou Gianni Infantino. O argumento é que o presidente da Fifa violou regras estabelecidas pelo Comitê Olímpico Internacional.




