Breno Bidon é um dos nomes mais promissores da nova geração do Corinthians e já começa a chamar atenção não apenas pelo potencial que apresenta no futebol brasileiro, mas também pelas características que podem abrir caminho para uma futura experiência na Europa.
Entre os possíveis destinos, a Premier League aparece como uma liga que, à primeira vista, poderia representar um enorme desafio, mas que também reúne elementos capazes de valorizar algumas das principais qualidades do meio-campista.
A intensidade do futebol inglês costuma ser o primeiro ponto levantado quando um jovem é relacionado à essa liga tão famosa. No caso, Bidon precisaria passar por uma adaptação importante nesse aspecto, mas seu jogo oferece outras ‘artimanhas’ que podem ajudá-lo. Uma delas é sua capacidade técnica sob pressão.
Bidon se destaca por bons passes e boa dinâmica
O meio-campista tem qualidade para receber a bola em zonas congestionadas e encontrar soluções sem necessariamente precisar de muito tempo para pensar. Essa característica pode ganhar ainda mais importância em uma competição na qual a pressão sobre o portador da bola é constante e uma decisão tomada alguns segundos mais tarde pode mudar completamente o rumo da jogada.
A joia do Corinthians também se destaca pela mobilidade. Não é um jogador que precisa permanecer preso a uma única faixa do campo para participar do jogo. Pode aparecer mais recuado para ajudar na construção, se aproximar dos companheiros para dar uma opção de passe e avançar quando a equipe precisa de presença no campo ofensivo.
Premier League poderia ser ótimo futuro para o volante
Em uma Premier cada vez mais dependente de meio-campistas versáteis, essa capacidade de exercer diferentes funções poderia se tornar um dos seus maiores diferenciais e acreditamos que esse é o seu futuro ‘natural’ no futebol.
Por fim, uma futura transferência para a liga inglesa não eliminaria os desafios de adaptação que esperam um jovem meio-campista brasileiro. A intensidade física e a velocidade do jogo exigiriam evolução. Ainda assim, Bidon não chegaria ao futebol inglês sem ferramentas para responder a esse cenário.




