A Copa do Mundo Feminina é tratada com carinho nos bastidores, com a CBF e autoridades governamentais buscando formas de conseguir um ótimo retorno financeiro para o Brasil em 2027.
Edição feminina marcada para ser realizada pela primeira vez no país, o evento atrai a expectativa de uma audiência gigantesca, principalmente em relação ao público feminino.
E essa “positividade” é baseada não apenas pelo feeling, mas também devido ao levantamento da FutebolCard, que trabalha com a gestão de ingressos e programas de sócio-torcedor. De acordo com a empresa, houve um aumento de 55% do interesse a partir de 2025.
Evento tende a atrair interesse geral de brasileiros e brasileiras
Ao detalhar os dados, a FutebolCard explicou que já existem mais de 582 mulheres com histórico de compra de ingressos. Apenas no ano passado, acontece um aumento de 231.308 novos cadastros do perfil feminino.
No geral, a alta foi de 181% em relação a 2024. Até a metade deste ano, a empresa revelou que aconteceram mais 89.361 novos cadastros. Em relação aos dados dos últimos cinco anos, o destaque é para o público feminino, mas também há interesse de homens.
Mas apenas para mulheres, já foram vendidos mais de 2,69 milhões ingressos, movimentando R$ 119 milhões. Ainda segundo a plataforma, 75% das torcedores que demonstram interesse estão concentradas nas oito cidades-sede da Copa do Mundo.
Cidades que vão sediar a Copa do Mundo Feminina
Vale destacar que a Copa do Mundo de 2027 será realizada no Brasil, entre os dias de 24 de junho a 25 de julho. Ao todo, serão 32 seleções divididas em grupos, com 64 partidas. Além do Rio de Janeiro, que receberá a abertura e a grande final, mais sete cidades sediam os jogos.
O sorteio dos grupos da primeira fase está marcado para o dia 11 de dezembro deste ano, no Museu de Arte Moderna (MAM), no Rio de Janeiro. Por conta da boa recepção inicial do público, a expectativa é que o turismo e o comércio sejam impactados positivamente pelo evento.




