O presidente do Sevilla, José María del Nido Carrasco, decidiu esclarecer os problemas que o clube enfrenta. Em conversa com a imprensa, ele assumiu a culpa por escolhas recentes. O dirigente quer mostrar que está no controle, mesmo com a pressão que vem sofrendo dos torcedores e da mídia.
Sobre Sergio Ramos, o líder explicou que o jogador não faz parte dos planos por uma questão de gestão. Ele disse: “A decisão de que Ramos não jogue no Sevilla é minha”. Para ele, não seria correto o atleta ter papéis de dono e jogador ao mesmo tempo, o que geraria conflitos.
A torcida não tem poupado críticas ao dirigente, chegando a entoar cânticos nos estádios. Sobre isso, ele desabafou: Uma coisa é cantarem para eu ir embora, outra é desejarem-me a morte. Mesmo triste com os ataques, ele afirmou que aceita o papel de culpado para tentar proteger a instituição.
Presidente descarta renúncia e enfrenta crise no Sevilla
Apesar do clima tenso, Del Nido Carrasco garantiu que não pretende renunciar ao cargo agora. Ele acredita que sair no meio da crise seria um ato de covardia. “Aceito ser o vilão deste filme”, afirmou, reforçando que seu compromisso com o Sevilha o obriga a ficar e lutar.
O treinador Matías Almeyda e o diretor Antonio Cordón receberam elogios e apoio da presidência. Del Nido Carrasco destacou que a equipe técnica trabalha com recursos limitados. “A confiança em Almeyda é absoluta”, declarou o líder.
O dirigente também desmentiu boatos sobre uma dívida que estaria sufocando o clube. Ele chamou os rumores de “notícias falsas” e disse que esses comentários atrapalham. Para ele, o Sevilla está passando por uma transição, mas o futuro será mais estável.
Gestão esclarece dívidas e futuro financeiro do clube
Quanto a uma venda do time, o presidente admitiu que sabe de interessados. Ele mencionou que o grupo de Sergio Ramos pode analisar os números do clube. “No dia em que me disserem para sair, sairei”, concluiu, indicando que não criará obstáculos.

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