O Benfica anunciou nesta terça (16) que o fundo de investimento americano Entrepreneurial Equity Partners (EEP) retirou a oferta para comprar uma parcela no capital social da Sociedade Anônima Desportiva (SAD) do clube.

Em nota publicada no próprio site, os Encarnados relataram que houve reuniões para discutir o assunto. A decisão pela retirada da oferta ocorreu mediante comum acordo entre as partes.

O clube português também alegou que uma eventual aceitação da proposta poderia desrespeitar o Estatuto interno, que proíbe a participação de investidores do Benfica em outros clubes do futebol mundial.

O Benfica acertou na decisão?

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Claro que sim! Havia risco de conflito de interesses
Talvez. Prefiro esperar as próximas temporadas do Benfica
Errou feio! O Benfica tem que ser um clube mais aberto

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Jornal revela bastidores da negociação

Segundo o periódico A Bola, o investidor Tim Leiweke queria comprar 16,4% das ações do Benfica, que atualmente são possuídas por José António dos Santos, conhecido como ‘Rei dos Frangos’.

Torcida dos Encarnados (foto: Jamie McDonald/Getty Images)

A operação seria realizada por intermédio do EEP. No entanto, a ligação de Leiweke com o Venezia, da Itália, impediu que a operação fosse concluída. O mesmo ocorreu em 2021, quando John Textor tentou comprar 25% das ações da SAD benfiquista, conforme A Bola.

Imagem gerada por inteligência artificial – Gemini/ChatGPT

Nota oficial do Benfica

“O Sport Lisboa e Benfica informa o mercado que o fundo americano Entrepreneurial Equity Partners (EEP) renunciou à aquisição de uma participação qualificada no capital social da Benfica SAD.

Durante o período de tempo previsto no pré-acordo com o Grupo Valouro e José António dos Santos, foram mantidas com o EEP reuniões produtivas e encetada uma troca de informação que conduziu a um entendimento comum entre ambas as partes de que, face ao seu plano de crescimento e investimento em participações minoritárias noutros clubes europeus, o perímetro futuro do EEP poderia colidir com princípios de não concorrência, previstos nos Estatutos da Benfica SAD.

Nesse sentido, para proteção da Benfica SAD e também do EEP, foi consensual a decisão de não entrar no capital da Benfica SAD”.