O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, não foi à final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina. A ausência do dirigente é uma forma de protesto contra a Fifa. A informação é do site The Times.
De acordo com o portal de notícias, a postura de Ceferin é consequência da decisão da Fifa em ter adiado uma suspensão de Balogun. O jogador foi expulso contra a Bósnia e não enfrentaria a Bélgica, mas ficou elegível para o duelo após intervenção da entidade.
Nesta segunda (20), o site A Bola lembrou de que a Uefa definiu o caso como “sem precedentes, incompreensível e injustificável, ultrapassando uma linha vermelha”.
Uefa é contra o aumento de seleções na Copa do Mundo
Segundo o noticiário internacional, a Fifa estuda ampliar a Copa do Mundo para 64 seleções, algo que Ceferin discorda. Além disso, a Uefa já sinalizou que não pretende adotar integralmente o novo protocolo da arbitragem de vídeo, o VAR.
Uma das novidades foi a revisão de lances nos casos em que o árbitro de campo erra de jogador ao aplicar um cartão amarelo. A recomendação ocorreu no jogo entre Argentina e Suíça.
Embolo foi expulso por simulação, mas inicialmente a arbitragem havia aplicado cartão amarelo para um jogador da Argentina. Outra divergência entre Uefa e Fifa é em relação a expulsar jogadores que tapam a boca quando se envolvem em discussões.
Ceferin critica Fifa por preço dos ingressos
De acordo com A Bola, o presidente da Uefa pediu que a Fifa “não tirasse o futebol dos seus torcedores” e divergiu do preço dos ingressos cobrados pela entidade nos jogos da Copa do Mundo.




