Jürgen Klopp foi anunciado oficialmente nesta sexta-feira (24) como o novo treinador da Seleção da Alemanha. Ele assinou contrato até a Copa do Mundo de 2030 e fará sua estreia na próxima Data Fifa, em setembro.
Em entrevista coletiva, o novo comandante alemão destacou que aceitou o desafio por insistência do povo alemão, mas que não vai tolerar se as críticas dirigidas a ele durante a passagem atingirem sua família.
“Não estou fazendo este trabalho por mim. Estou fazendo por vocês. Estou aceitando este emprego mesmo tendo visto como vocês trataram Julian Nagelsmann. Estou aceitando mesmo tendo visto como vocês trataram Thomas Tuchel”, disse.
“Se vocês atacarem minha família, eu vou embora. Se vocês acharem que sou uma porcaria, digam na minha cara e eu saio imediatamente, sem pedir qualquer compensação”, completou Jürgen Klopp.
Klopp aponta Seleção como ponto alto da carreira
Aos 59 anos, Klopp assume pela primeira vez o desafio de dirigir uma Seleção. Antes, o treinador comandou o Mainz entre 2001 e 2008, o Borussia Dortmund de 2008 a 2015 e o Liverpool da temporada 2015/16 à 2023/24.
Depois de deixar a equipe inglesa, o novo treinador da Seleção Alemã disse que ficaria um tempo longe dos gramados e vinha trabalhando nos últimos anos como diretor de futebol global do Grupo Red Bull.
“Critiquem-me se algo não funcionar. Estou disposto a trabalhar nisso. O importante é o trabalho. Jürgen Klopp não tem carreira depois da seleção. Este é o ponto alto da minha carreira”, destacou.
Honra de dirigir a Seleção Alemã
“É uma grande honra estar aqui. O que tem acontecido comigo nestes últimos dias é que parece que um filme está passando na minha cabeça. Várias coisas estão passando pela minha mente”, continuou Klopp.
“Eu tinha já uma ideia da dimensão do trabalho de técnico de uma Seleção. Mas quando você se envolve com isso, sente a magnitude e a responsabilidade ainda mais. Sabendo de onde eu vim, era inimaginável que um dia chegaria a este ponto.”




