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Laporta defende Barcelona e critica opositores em surpreendente coletiva de duas horas; confira

Presidente do Barça é direto e rebate duramente críticas ao clube; veja

Em 2003, David Beckham estava no centro das atenções do futebol, sendo disputado por gigantes europeus após sua saída do Manchester United. (Photo by Eric Alonso/Getty Images)
© Getty ImagesEm 2003, David Beckham estava no centro das atenções do futebol, sendo disputado por gigantes europeus após sua saída do Manchester United. (Photo by Eric Alonso/Getty Images)

Barcelona em crise?

Joan Laporta, presidente do Barcelona, ​​concedeu uma entrevista coletiva de quase duas horas nesta segunda-feira. Laporta abordandou questões polêmicas relacionadas ao clube.

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O dirigente destacou sua insatisfação com as críticas que considera parte de uma campanha para desestabilizar a gestão, especialmente após problemas com os registros de Dani Olmo e Pau Víctor.

Os atletas tiveram suas inscrições negadas para a segunda metade da temporada europeia. Segundo a La Liga e a Real Federação Espanhola de Futebol, o Barcelona não cumpriu o prazo, encerrado em 31 de dezembro, para comprovar conformidade com as regras de fair play financeiro.

Laporta rebateu as acusações e afirmou que toda a documentação foi apresentada dentro do prazo estipulado. O Conselho Superior do Esporte da Espanha (CSD) interveio e concedeu registros temporários para os jogadores enquanto o caso é analisado.

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Joan Laporta, presidente do Barcelona, quer dar um atacante de luxo para Hansi Flick, segundo portal. (Photo by Yasser Bakhsh/Getty Images)

Joan Laporta, presidente do Barcelona (Photo by Yasser Bakhsh/Getty Images)

Em defesa do Barça

Laporta classificou a situação como um reflexo de ataques direcionados ao clube, afirmando que há movimentos internos e externos para enfraquecer o Barcelona em um momento estratégico de sua história.

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Durante a coletiva, Laporta enfatizou que o clube continuará resiliente. “Temos 125 anos de história e ninguém vai nos enterrar”, afirmou. Ele também criticou membros da oposição interna que pediram sua renúncia, alegando que não obtiveram apoio ao Barcelona em um momento importante.

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Crítica aos rivais

Além de rebater opositores, o presidente criticou outros clubes, como Atlético de Madrid, Valencia e Espanyol, que se posicionaram contra a decisão do CSD. Laporta lamentou as declarações, mas destacou que muitos clubes optaram por não interferir, algo pelo qual demonstrou gratidão.

Laporta apresentou dados financeiros para reforçar que o clube está em conformidade com o fair play financeiro. Ele concedeu um novo contrato com a Nike, que triplicará a receita gerada até 2038, e a venda de assentos VIP no Spotify Camp Nou, em um acordo avaliado em 100 milhões de euros.

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