Andrey Santos conquistou o seu espaço no Chelsea e agora é considerado um dos titulares absolutos de Liam Rosenior. Com destaque nas últimas partidas, o volante abriu o jogo sobre a confiança do treinador em seu trabalho.
Em entrevista ao portal GE, o jovem falou sobre como tem sido trabalhar com o comandante, que o conheceu no Strasbourg, e ainda citou o trio de brasileiros dos Blues, formado por ele, Estêvão e João Pedro.
Apesar de concordar que a Premier League é uma das ligas mais difíceis da Europa, o jovem, que foi sondado pela Juventus, afirmou que o projeto do clube londrino pode render um grande título em breve.
Andrey Santos exalta trabalho com Liam Rosenior
A chegada de Liam Rosenior aumentou a minutagem de Andrey Santos no Chelsea. Desde a chegada do treinador, a qual já conhecia, o brasileiro já disputou dez jogos. “Maresca me via um pouco mais avançado. O Liam (Rosenior), já me conhecia há mais tempo, ele sabia do meu potencial, sabia das coisas”, explicou.
O jogador já conhecia o técnico de sua passagem pela França. “Nossa conexão é muito boa. Às vezes ele até primeiro brinca comigo, pergunta como está a minha família. Porque ele acompanhou tudo, a primeira vez que fui pai… Ele é bem humano, quer saber como está o seu mental. Isso é importante”, citou ele.

Andrey Santos e Estêvão em jogo pelo Chelsea. (Photo by Bryn Lennon/Getty Images)
“Ele também dá toda a confiança que um jogador precisa… Essa vinda dele para o Chelsea facilitou muito o meu processo de adaptação na Premier League. Eu conheço muito bem a forma que ele quer que jogue, então eu procuro sempre ajuda”, finalizou Andrey Santos.
O trio com Estêvão e João Pedro
O volante, que teve sua venda barrada nos Blues, também falou sobre o trio com Estêvão e João Pedro, seus colegas brasileiros no Chelsea. Além das conversas sobre a Seleção Brasileira, Andrey contou sobre como eles se ajudam dentro do clube. “A nossa relação é muito boa. Nós três sempre procuramos estar juntos em todas as instalações”, contou.
“O Estêvão é um garoto sem palavras. Esse processo de adaptação dele foi fundamental. Eu e o João tentamos fazer o mais natural possível, porque a gente sabe como é sair do Brasil, chegar na Premier League, uma cultura nova, uma língua nova, outros ambientes, o clima também, a intensidade do jogo, então a gente procurou ajudá-lo da melhor maneira possível”, finalizou.




