O Arsenal vem de derrota no confronto contra o Brighton pela Premier League pelo placar de 3 a 0. A atuação da equipe na partida foi irreconhecível e culminou no resultado negativo.
O padrão que ruiu: O que funcionava e parou de dar certo
O Arsenal vinha atuando neste início de temporada com foco em intensidade, organização e capacidade de controlar as partidas. Porém, no jogo contra o Brighton esses fatores não foram aplicados. A pressão do time da casa dificultou a saída de bola, o Arsenal perdeu a maioria duelos e não conseguiu segurar as segundas bolas.
Um exemplo disso foi logo aos 14 minutos do primeiro tempo, onde Raya tentou sair jogando com a bola nos pés, como de costume pela construção na equipe. O Brighton subiu as linhas, roubou a bola, mas finalizou para fora.
Por que a pane aconteceu? As causas do apagão
A derrota por 3 a 0 não foi apenas um resultado negativo, mas uma mudança ‘brusca’ do padrão apresentado pelos Gunners nas primeiras rodadas. A equipe havia vencido os quatro primeiros jogos da Premier League e sofrido somente um gol, mas no último final de semana, acabou sendo dominado e sofreu o revés.
O Brighton conseguiu tirar o Arsenal da zona de conforto desde os primeiros minutos. A equipe de Fabian Hürzeler optou pela marcação de pressão alta, encurtou os espaços e obrigou os jogadores de Arteta a tomar decisões rápidas, provocando erros que normalmente não apareciam no início da temporada.
O impacto e os caminhos para a correção
O revés do Arsenal culminou na perda da liderança da Premier League, que agora pertence ao Manchester City, com 15 pontos somados. Agora, Arteta terá a pausa da Data FIFA para identificar os erros e corrigir a rota para as próximas rodadas do Campeonato Inglês e da Champions League. O principal foco do treinador será em encontrar soluções para jogos contra adversários que atuam com linhas altas.




