A Copa do Mundo 2026 terá uma mudança, confirmada pela Fifa, que vai afetar a fase de grupos: serão 48 seleções divididas em 12 grupos, e se classificam para o mata-mata, além dos dois melhores de cada grupo, os oito melhores terceiros colocados. Essa mudança pode facilitar a vida do Brasil na competição.
Ou seja, nas Copas anteriores, era praticamente proibido tropeçar na fase de grupos, pois a chance de não conseguir se classificar para a fase seguinte aumentava bastante. Desta forma, o técnico Carlo Ancelotti e seus comandados terão um pouco mais de espaço para erros e para a consequente correção.
A primeira fase servirá também para definir a melhor escalação do Brasil para os confrontos seguintes de mata-mata. Na fase de grupos, Carlo Ancelotti poderá testar alguma eventual mudança no time titular e aumentar ainda mais o nível de competitividade entre os jogadores.
Grupo do Brasil na Copa do Mundo 2026
A Seleção Brasileira é a cabeça de chave do Grupo C da Copa e terá como adversário nesta primeira fase Marrocos, Haiti e Escócia. A estreia será diante da Seleção Marroquina, no dia 13 de junho (sábado), às 19h (de Brasília), em Nova Jersey, no MetLife Stadium, que será o palco também da grande final.
O Brasil terá dificuldade para se classificar no Grupo C, com Marrocos, Haiti e Escócia?
O Brasil terá dificuldade para se classificar no Grupo C, com Marrocos, Haiti e Escócia?
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Na sequência, o Brasil viaja para a Filadélfia, onde vai enfrentar a Seleção do Haiti, no dia 19 de junho (sexta-feira), às 21h30 (de Brasília), no Lincoln Financial Field, e fecha sua participação na fase de grupos contra a Escócia, no dia 24, no Hard Rock Stadium, em Miami, às 19h (de Brasília).
Ancelotti aposta em pragmatismo para vencer a Copa

Carlo Ancelotti, técnico da Seleção (Foto: Buda Mendes/Getty Images)
O Brasil não levanta o troféu da Copa do Mundo desde 2002 e Ancelotti revelou que tem estudado a forma de jogar das últimas vezes em que o país foi campeão. Segundo ele, os times de 2002 e 1994 conseguiram unir uma defesa sólida e um ataque com muita qualidade e força.
“Acho que os últimos dois mundiais que o Brasil ganhou, ganhou por uma fantástica conexão entre o talento e o aspecto defensivo. A história fala muito claro. O Brasil para ganhar Mundial tem que ter talento, e temos, e defender bem. Não há outra via. Só jogo ofensivo não estou convencido”, disse.




