Seguindo a apresentação de alguns talentos que podem servir a Seleção Brasileira no ciclo até a próxima Copa do Mundo, em 2030, chegou a hora da criatividade e do coração do time: o meio de campo.
Se em 2026, Carlo Ancelotti privilegiou um número maior de atacantes, é esperado que o treinador olhe para o que sempre foi a essência do futebol brasileiro e preencha o meio.
Com isso, o Somos Fanáticos apresenta alguns nomes que não estiveram na Copa do Mundo e que podem pintar nas próximas convocações tanto para ser uma espécie de camisa 10 quanto um segundo homem do setor.
Estêvão, do Chelsea-ING
Estêvão já mostrou credenciais para ser um dos protagonistas da seleção. Fora do Mundial por uma lesão, o atleta de 19 anos tem condições de atuar centralizado, formando um setor ofensivo como nomes como Endrick, Rayan e Vini Jr.
Luis Guilherme, do Sporting-POR
Vendido pelo Palmeiras ao West Ham, Luis Guilherme foi encontrar o melhor futebol no Sporting, de Portugal. Aos 20 anos, é outro nome que viveu grandes momentos jogando como meia.
Ângelo, do Al-Nassr-SAU
Ponta direita de origem, Ângelo foi testado por Jorge Jesus atuando por dentro pelo Al-Nassr e agradou. Com a grande concorrência no lado de campo, o jovem de 21 anos pode ter oportunidades na nova posição.
Veja mais:
Gabriel Sara, do Galatasaray-TUR
Gabriel Sara chegou a ser chamado por Carlo Ancelotti, mas ficou fora da Copa do Mundo. Aos 27 anos, o jogador é titular no Galatasaray e cresceu de produção ao atuar mais recuado, como um segundo homem de meio.
Marlon Gomes, do Shakhtar Donetsk-UCR
Atuando com a camisa do Shakhtar, uma legião brasileira na Europa, Marlon Gomes chega aos 22 anos sendo outra opção promissora e que tem como característica a facilidade para jogar vindo de trás.




