O técnico Carlo Ancelotti anunciou no dia 18 de maio a lista de convocados da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo 2026, com Neymar chamado para disputar o seu quarto Mundial na carreira.
Além do atacante do Santos, o Brasil vai para a Copa com uma base bem consolidada, com nomes como Alisson, Danilo, Marquinhos, Casemiro, Fabinho, Raphinha e Vini Jr.
Evidente, a força de nomes que já disputaram outras Copas, não esconde as fragilidades do nosso selecionado, que não levanta uma taça de Mundial desde 2002, com a geração dos Ronaldinhos, Rivaldo, Cafu e São Marcos.

Ancelotti e comissão técnica em Brasil x Panamá – Wagner Meier/Getty Images
Ancelotti convocou o que tinha de melhor?
Não existe elenco perfeito. Contudo, em uma Copa do Mundo o melhor material humano deve estar lá, e apesar de Ancelotti deixar de fora João Pedro, do Chelsea, poucos nomes podem ser contestados.
Além de João Pedro, pedido por muitos da imprensa e torcedores, a Seleção Brasileira perdeu dois nomes certos, que se lesionaram, na convocação de Ancelotti: Estêvão e Rodrygo.

Opções táticas do Brasil de Ancelotti
“Meu sistema favorito é o 4-4-2. Defendemos melhor”. Ancelotti disse isso em 20 de abril deste ano, na coletiva de imprensa de uma partida do Real Madrid em LaLiga.
Mas, vale dizer que Carletto, em seus mais de 30 anos de carreira como técnico, se mostrou adaptável aos elencos que possuía. Jamais foi um treinador preso a um único esquema tático.
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No amistoso contra o Panamá, do ponto de vista tático, Ancelotti mostrou que existe a possibilidade de a equipe funcionar de forma mais técnica e menos vertical, adotando uma proposta diferente das que haviam sido testadas anteriormente.




